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Salão do Automóvel 2025: Hyundai apresenta Ioniq 9, SUV elétrico de luxo com espaço para sete pessoas

19/11/2025 • G1 Carros

Hyundai Ioniq 9
A Hyundai apresentou nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel de 2025, o Ioniq 9. O SUV totalmente elétrico tem sete lugares e autonomia de até 620 quilômetros, proporcionada pela bateria de 110,3 kWh.
O carregamento vai de 10% a 80% em 24 minutos, desde que esteja disponível um carregador de 350 kW — ainda pouco comum no Brasil.
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O sistema elétrico também pode funcionar como fonte de energia para outros equipamentos, permitindo alimentar dispositivos como notebooks e até uma geladeira.
Sob o capô, o Ioniq 9 entrega até 422 cv de potência. Na parte de segurança, traz 10 airbags e recursos como piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa e frenagem automática de emergência.
Hyundai Ioniq 9
Rafael Peixoto/g1
Ao todo, há espaço para sete ocupantes — ou seis, dependendo da configuração escolhida. A opção por levar menos passageiros busca oferecer mais conforto, com assentos mais amplos para cada pessoa.
Nessa configuração, os assentos podem ser girados para ficarem voltados à terceira fileira. Segundo a Hyundai, isso permite que os ocupantes conversem de frente uns com os outros.
Por fora, o Ioniq 9 também se destaca pelas dimensões amplas. Ele ultrapassa os 5 metros de comprimento (5,06 metros) e tem 3,13 metros de entre-eixos.
Para comparação, essa distância é apenas um pouco menor que os 3,20 metros do comprimento total do Caoa Chery iCar e cerca de 40 cm inferior ao tamanho completo de um Fiat Mobi (3,59 metros).
Mesmo com sete lugares — configuração que geralmente reduz o porta-malas — o Ioniq 9 ainda oferece 620 litros de capacidade para bagagens.
Hyundai Ioniq 9
Rafael Peixoto/g1
Data indefinida
O Ioniq chega ao Brasil no ano que vem, ainda sem mês definido pela marca. O lançamento ocorre em um momento em que a Hyundai concentra seus esforços na eletrificação.
O modelo mais recente voltado a esse objetivo é o Hyundai Kona, apresentado em maio deste ano. Ele traz linhas mais modernas e promete rodar 18,3 km/l com gasolina.
Até 2030, a marca pretende comercializar 2 milhões de veículos totalmente elétricos no mundo. A Hyundai também planeja produzir modelos movidos a hidrogênio, que, na prática, utilizam motores elétricos para tracionar as rodas.
O modelo Nexo é um conceito já em teste pela Hyundai no Brasil, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Ele utiliza hidrogênio obtido a partir da queima do etanol.
Hyundai Ioniq 9
Rafael Peixoto/g1
Salão do Automóvel 2025
Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX.
A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais.
Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento.
O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo.
A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault.
O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem.
Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos.
Veja todos os detalhes na reportagem abaixo.
Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento

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Salão do Automóvel 2025: Honda voltará a vender o Prelude, esportivo com conjunto do Type-R

19/11/2025 • G1 Carros

Honda Prelude
A Honda apresentou nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel 2025, o novo Honda Prelude, após um hiato de 24 anos. Trata-se de um esportivo cupê com toque de carro de corrida.
Ele conviverá com o Civic Type-R e será lançado no Brasil no segundo semestre de 2026, segundo Marcello Langrafe, diretor comercial da Honda do Brasil.
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Honda Prelude será vendido no Brasil no segundo semestre de 2026
Vinicius Montoia/g1
O modelo tem linhas mais leves e fluidas que as do Civic Type-R. A queda da carroceria é bem acentuada e reforça seu visual esportivo. Além disso, traz o novo logotipo “Honda” na traseira, escrito por extenso.
O Prelude terá 203 cv e 32,1 kgfm graças ao conjunto híbrido. A suspensão e os freios serão inspirados nas configurações do Civic Type-R, o modelo mais esportivo da marca.
A suspensão terá capacidade de ajustar altura e comportamento para que o motorista aproveite ao máximo o carro. A Honda não divulgou mais informações sobre o modelo.
Prelude terá 32 kgfm de torque
Vinicius Montoia/g1
Honda WR-V
O WR-V também foi outra novidade importante apresentada pela Honda. O SUV chega para rivalizar com modelos como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Hyundai Creta. O g1 já testou o modelo, lançados neste mês.
Honda WR-V EXL 2026
Divulgação | Honda
O Honda WR-V 2026 chegou ao mercado brasileiro apostando em espaço interno, boa lista de equipamentos e preço competitivo no segmento de SUVs subcompactos.
Vendido nas versões EX (R$ 144.900) e EXL (R$ 149.900), o modelo se destaca pelo porta-malas de 458 litros, maior que o de rivais. Suas dimensões também chamam atenção, aproximando-o de SUVs compactos maiores.
O WR-V utiliza o motor 1.5 aspirado de 126 cv, combinado ao câmbio automático CVT. O desempenho é apenas suficiente: o SUV leva cerca de 10 segundos para ir de 0 a 100 km/h e exige rotações altas em acelerações e ultrapassagens.
O peso maior em relação ao City Hatch — com o qual compartilha a base mecânica — também afeta seu fôlego, fazendo com que funcione melhor na cidade do que na estrada.
Honda WR-V reúne ótimo espaço e equipamento para ser o SUV com melhor custo-benefício
No conforto, a Honda adotou uma suspensão mais macia para o mercado brasileiro, o que ajuda a filtrar melhor as irregularidades do asfalto. O WR-V inclina um pouco nas curvas, mas mantém boa estabilidade.
Por outro lado, o isolamento acústico é um ponto fraco: motor e pneus entram com facilidade na cabine, e o acabamento revela simplicidades, como ausência de portas USB traseiras e uso de lâmpadas halógenas.
Em tecnologia e segurança, o modelo se destaca por oferecer o Honda Sensing de série, com frenagem autônoma, alerta e correção de faixa e piloto automático adaptativo — itens ausentes em muitas versões básicas de concorrentes.
Mesmo com pontos a melhorar, o WR-V se fortalece pela combinação de bom espaço, equipamentos completos e preço competitivo, atributos valorizados no segmento.
Veja todos os detalhes na reportagem abaixo.
Honda WR-V desafia rivais com mais espaço e preço competitivo; veja o teste
Salão do Automóvel 2025
Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX.
A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais.
Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento.
O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo.
A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault.
O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem.
Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos.
Veja todos os detalhes na reportagem abaixo.
Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento

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Salão do Automóvel 2025: GWM traz os luxuosos Tank 700 e Wey G9 ao Brasil; veja detalhes

19/11/2025 • G1 Carros

GWM lança a perua de luxo Wey G9 Max
A GWM apresentou, nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel 2025, seus próximos lançamentos para o Brasil: o jipe Tank 700 e a perua Wey G9 Max.
Os dois novos modelos chegam em um momento crucial para a marca enfrentar a concorrência: a BYD lançou a divisão Denza, focada em veículos de luxo.
A marca também aproveitou para mostrar o novo design da linha Haval H6, anunciado nesta semana.
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Tank 700
GWM Tank 700
Fábio Tito/g1
O novo Tank 700 remete bastante ao Tank 300, que o g1 testou neste mês. Ambos mantêm o apelo off-road, mas o novo modelo adota uma carroceria menos quadrada, com linhas mais agressivas e um toque extra de esportividade.
O modelo mede 5,09 metros de comprimento e 3 metros de entre-eixos, dimensões que o tornam maior que qualquer outro GWM vendido no Brasil e comparável a SUVs grandes como o BMW X7. Ele supera até o Haval H9.
Sob o capô, o GWM Tank 700 traz um conjunto potente: 524 cv em um sistema híbrido plug-in que reúne dois motores elétricos e um V6 3.0 biturbo a combustão. O torque de 81,57 kgfm é entregue de forma imediata graças aos motores elétricos.
O Tank 700 pode rodar até 90 km no modo totalmente elétrico.
GWM
Fabio Tito/g1
Wey G9 Max
GWM Wey G9 Max
Fábio Tito/g1
A Wey G9 Max é uma van executiva com um conjunto híbrido plug-in menos potente, mas que se destaca pela bateria: são 51 kW, capacidade superior à de alguns modelos totalmente elétricos, como o GWM Ora 03 Skin, que tem 48 kW.
Entre os itens de luxo, há geladeira para os passageiros, controles elétricos para todos os assentos e até uma TV retrátil instalada no teto.
Além dos dois modelos, a GWM pretende encerrar 2026 com 12 novos veículos e alcançar 10 concessionárias em todo o país. A empresa também ampliou o estoque do centro de distribuição de peças em Cajamar (SP).
GWM Wey G9 Max
Fabio Tito/g1
Haval H6
GWM
Fábio Tito/g1
A GWM renovou o design de toda a linha Haval H6 em um momento importante, após perder a liderança entre os híbridos mais vendidos do Brasil.
Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), os BYD Song (Pro e Plus) emplacaram 30.335 unidades em 2025, enquanto o Haval H6 registrou 25.373 vendas — queda de 16,4% em relação ao concorrente.
Toda a linha Haval H6 usa motor 1.5 turbo a combustão combinado a três níveis de eletrificação. A potência e o torque permanecem os mesmos, mas o PHEV35 recebeu uma bateria um pouco maior — de 34 para 35 kWh — o que motivou a mudança de nome de PHEV34 para PHEV35.
Veja as novidades na reportagem abaixo.
GWM Haval H6 é renovado no Brasil; veja as novidades do SUV
GWM reforça nacionalização de peças em Iracemápolis (SP)
Além dos dois veículos, a GWM planeja encerrar 2026 com 12 novos modelos e alcançar 150 concessionárias em todo o país. A empresa também ampliou o estoque do centro de distribuição de peças em Cajamar (SP).
O objetivo é reduzir o tempo de espera por manutenção, geralmente maior em veículos importados. A fábrica de Iracemápolis (SP) também faz parte desse plano e deverá produzir mais peças nacionalizadas, fornecidas por empresas já instaladas no Brasil.
A GWM não revelou quem são esses fornecedores nem detalhou quais peças deixarão de ser importadas.
A empresa informou, porém, que criou um centro de desenvolvimento no Brasil, instalado na fábrica do interior paulista e com 15 mil metros quadrados. No local serão desenvolvidos itens como suspensão, freios e outros ajustes específicos para o mercado brasileiro.
Salão do Automóvel 2025
Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX.
A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais.
Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento.
O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo.
A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault.
O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem.
Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos.
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Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento

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Salão do Automóvel 2025: Jaecoo 5 e 8 chegam ao Brasil em 2026; veja como serão os SUVs

19/11/2025 • G1 Carros

Jaecoo 8
A Jaecoo apresentou nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel 2025, seus próximos lançamentos para o Brasil: os SUVs Jaecoo 5 e Jaecoo 8.
Entre as novidades, o Jaecoo 5 é o mais simples da linha. No Brasil, será oferecido apenas com motorização híbrida tradicional, com cerca de 200 cv de potência — já considerando o conjunto com o motor 1.5 turbo.
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Jaecoo 5
Jaecoo 5
divulgação/Jaecoo
Com 4,38 metros de comprimento, o SUV se posiciona entre rivais compactos como Jeep Compass, Renault Duster e Honda HR-V.
Veja os itens e série do Jaecoo 5.
Central multimídia de 13,2 polegadas;
Carregador de celular por indução;
Teto solar panorâmico;
Piloto automático adaptativo;
Assistente de permanência em faixa;
Freio automático de emergência.
Jaecoo 8
Jaecoo 8
Fábio Tito/g1
Já o Jaecoo 8 é maior e comporta até sete ocupantes, mas será vendido no Brasil em versão para seis. Este SUV prioriza luxo e desempenho, além de oferecer acabamento de nível superior.
O modelo mede 4,82 metros de comprimento e, no exterior, é oferecido com motor a combustão, embora também conte com a opção híbrida plug-in.
No Brasil, o Jaecoo 8 virá com bateria de mais de 30 kWh e entregará cerca de 500 cv por meio de dois motores elétricos combinados a um 1.5 turbo a gasolina. Esse conjunto permite tração integral.
A Jaecoo não informou a capacidade total do porta-malas, mas afirmou que, ao rebater a última fileira de assentos, o modelo alcança 738 litros de espaço para bagagens.
Jaecoo
Fábio Tito/g1
Executivos da Omoda Jaecoo apresentam as novidades no Salão do Automóvel 2025
Fabio Tito/g1
Jaecoo mira expansão no Brasil
Durante a apresentação no Salão do Automóvel, a Jaecoo — que pertence ao mesmo grupo da Omoda — afirmou que sua meta para 2026 é figurar entre as 10 marcas que mais vendem carros no país.
A marca já comercializa no Brasil o Jaecoo 7, vendido apenas com motorização híbrida plug-in. Ele utiliza a mesma base do Tiggo 7, inclusive o conjunto mecânico. Sob o capô, traz um motor 1.5 turbo combinado a um motor elétrico, somando 339 cv e 52 kgfm de torque.
O modelo tem poucos concorrentes diretos no mercado brasileiro, já que se trata de um híbrido plug-in com preço inicial de R$ 229.990.
O g1 testou o novo SUV em um autódromo próximo de Campinas (SP) para avaliar seus acertos e limitações, tanto em curvas fechadas, típicas do uso urbano, quanto em velocidades mais altas.
Veja o teste abaixo.
Impressões do Jaecoo 7: o SUV chinês que promete incomodar os gigantes do segmento
Salão do Automóvel 2025
Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX.
A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais.
Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento.
O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo.
A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault.
O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem.
Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos.
Veja todos os detalhes na reportagem abaixo.
Salão do Automóvel 2025: tudo o que você precisa saber sobre o evento

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Salão do Automóvel 2025: Geely produzirá o EX5 no Brasil para brigar com Jeep Compass

19/11/2025 • G1 Carros

Geely produzirá o EX5 no Brasil
A Geely anunciou nesta quarta-feira (19), durante o Salão do Automóvel de 2025, que iniciará a produção do seu primeiro carro no Brasil: o EX5.
A fabricação começa no primeiro semestre do próximo ano, enquanto as vendas estão previstas para o segundo semestre de 2026. Antes disso, o modelo chegará ao país importado, também no primeiro semestre do ano que vem.
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A marca apresentou no Salão o EX5 EM-I, distinto do modelo já vendido no país por R$ 205 mil e que é um utilitário totalmente elétrico. O EX5 EM-I é um híbrido plug-in e, inclusive no visual, apresenta diferenças claras em relação ao elétrico.
Na dianteira, por exemplo, o Geely EX5 EM-I adota faróis conectados por uma barra de LED que se estende de ponta a ponta. O elétrico, por sua vez, traz um desenho mais simples, com iluminação em LED menor. (veja no vídeo abaixo)
Geely EX5 EM-i será a versão híbrida do EX5 já comercializado no Brasil e chega importado no primeiro semestre do ano que vem
Fábio Tito/g1
O EX5 EM-I é construído sobre a arquitetura global GEA, plataforma que estreia no Brasil e promete maior rigidez estrutural, melhor aproveitamento do espaço interno e mais eficiência energética. O modelo integra o plano da marca de ampliar sua linha de veículos eletrificados no país.
Além do novo híbrido, a Geely exibe no evento o EX5 elétrico, já anunciado para o Brasil e líder de vendas entre os SUVs C totalmente elétricos na China.
Ainda não foram divulgadas as especificações técnicas da novidade da Geely
Fábio Tito/g1
Geely EX5 EM-i será o primeiro carro da marca chinesa a ser fabricado no Brasil
Fábio Tito/g1
Também está presente o EX2, modelo urbano recém-lançado que se destaca pelo custo-benefício e por itens como câmera de 540°, sistemas ADAS e teto com pintura contrastante, conforme a versão.
A marca chinesa, que chegou recentemente ao Brasil em parceria com a Renault, já anunciou um investimento de R$ 3,8 bilhões para modernizar a fábrica da montadora francesa em São José dos Pinhais, no Paraná. O objetivo é produzir veículos elétricos e híbridos para ambas as marcas.
Geely EX2, modelo urbano recém-lançado que se destaca pelo custo-benefício
Fábio Tito/g1
Geely EX2, modelo urbano recém-lançado que se destaca pelo custo-benefício
Fábio Tito/g1
A Geely adquiriu 6,4% da Renault do Brasil, tornando-se acionista minoritária. O grupo é proprietário das marcas Geely Auto, Lynk & Co e Zeekr, e vendeu 2,17 milhões de veículos em 2024, um crescimento de 32% em relação ao ano anterior.
A empresa mantém cinco centros globais de P&D e estúdios de design distribuídos pela China e Europa.
Geely EX5 tem duas versões à venda no Brasil
Fábio Tito/g1
Geely EX5 tem duas versões à venda no Brasil
Fábio Tito/g1
Geely EX5 tem duas versões à venda no Brasil
A Geely anunciou, em meados de julho, a chegada do EX5, seu primeiro carro totalmente elétrico no Brasil. Trata-se de um SUV com dimensões generosas — 4,6 metros de comprimento e 1,9 metro de largura — que, apesar do porte, chega com preço semelhante ao de modelos menores a combustão.
O EX5 chegou ao Brasil em duas versões: Pro (R$ 205,8 mil) e Max (R$ 225,8 mil). No segmento de veículos 100% elétricos, o principal concorrente do EX5 é o BYD Yuan Plus (R$ 235,8 mil). O rival custa R$ 10 mil a mais, oferecendo potência, dimensões e autonomia inferiores.
O g1 passou um dia com o Geely EX5 em um trajeto de aproximadamente 200 quilômetros entre São Paulo e Indaiatuba (SP), incluindo uma visita ao autódromo Capuava, para avaliar se o SUV elétrico é melhor ou pior até que concorrentes a combustão de marcas mais famosas.
Veja o teste abaixo.
Conheça o Geely EX5, o SUV 100% elétrico que chegou ao Brasil
Salão do Automóvel 2025
Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX.
A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais.
Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento.
O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo.
A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault.
O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem.
Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até 10 minutos.
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Salão do Automóvel 2025: Renault apresenta Koleos, SUV híbrido grande para rivalizar com chinesas

19/11/2025 • G1 Carros

Renault Koleos
A Renault apresentou nesta quarta-feira (19), no Salão do Automóvel 2025, seu próximo lançamento para o Brasil: o SUV de grande porte Koleos. O modelo híbrido chega no primeiro semestre de 2026 como a aposta da marca diante das novas opções chinesas no mercado nacional.
Segundo Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil, o Koleos será um híbrido pleno, mas ainda não há informações sobre preços ou versões.
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O projeto do Koleos é resultado da parceria entre a Renault e a chinesa Geely. A parceria prevê um investimento de R$ 3,8 bilhões para adaptar a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, à produção de veículos elétricos e híbridos.
Inicialmente, o modelo se chamaria Grand Koleos, mas a Renault optou por apresentá-lo como Koleos Full Hybrid no mercado brasileiro. Em outros países, o SUV utiliza um motor 1.5 turbo de três cilindros, com 150 cv e 22,9 kgfm de torque.
Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil, apresenta o novo Renault Koleos
André Fogaça/g1
O conjunto inclui ainda dois motores elétricos: um de 82 cv, dedicado à geração de energia, e outro de 136 cv, responsável pela tração. A potência combinada chega a 245 cv, com torque máximo de 32,6 kgfm.
O Koleos chega para competir com modelos como a Toyota SW4, graças aos seus 4,78 m de comprimento e 2,84 m de entre-eixos.
Renault Koleos chega no primeiro semestre de 2026
Fábio Tito
Renault Niagara
Outro veículo mostrado, ainda em formato de protótipo, é a Renault Niagara, uma picape baseada no Boreal e prevista para o próximo ano.
A picape será produzida na Argentina, mas a marca ainda não revelou detalhes sobre motores ou versões. O modelo disputará espaço com Chevrolet S10, Ford Ranger e outros concorrentes do segmento.
Renault Niagara, picape baseada no Boreal, que chegará no próximo ano
Fábio Tito/g1
Renault Boreal
No Salão do Automóvel, a Renault apresentará ao público seu primeiro SUV médio para o mercado brasileiro: o Boreal. Ele será vendido em três versões, com preço inicial de R$ 179.990.
O novo SUV chega para rivalizar com Jeep Compass, Ford Territory e Toyota Corolla Cross. Produzido na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, o Boreal também será exportado para 17 países da América Latina.
O modelo vem equipado com motor 1.3 turbo de quatro cilindros, o mesmo usado no Duster e na picape Oroch, que entrega 163 cv e 27,5 kgfm de torque.
Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil, mostra o Renault Boreal no Salão do Automóvel
Fábio Tito/g1
Executivos da Renault apresentam as novidades da marca no Salão do Automóvel 2025
Fábio Tito/g1
Salão do Automóvel 2025
Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo volta ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 21 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX.
A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais.
Depois, o Salão funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento.
O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo.
A grande novidade é a Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault.
O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem.
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Salão do Automóvel 2025: Toyota Yaris Cross chega a partir de R$ 161 mil, com duas versões híbridas flex

19/11/2025 • G1 Carros

Toyota Yaris Cross chega para rivalizar com T-Cross, Creta e HR-V
A Toyota anunciou nesta quarta-feira (19) o lançamento do Yaris Cross, o primeiro SUV compacto com opções híbridas flex do país.
Outra novidade apresentada pela Toyota no Salão do Automóvel de 2025 foi o Yaris GR, hatch esportivo que estará disponível a partir de abril de 2026. (saiba mais abaixo)
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Salão do Automóvel 2025: veja os principais lançamentos do 1º dia de evento
Produzido em Sorocaba (SP), o SUV Yaris Cross está em pré-venda e chega às concessionárias em fevereiro de 2026. Ele será oferecido em quatro versões, com preços entre R$ 161.390 e R$ 189.990.
Veja abaixo os valores.
XRE – R$ 161.390;
XRE Hybrid – R$ 172.390;
XRX – R$ 178.990;
XRX Hybrid – R$ 189.990.
Ainda não foi confirmado qual será o novo preço do Yaris Cross após o esgotamento das 8.500 unidades ofertadas em pré-venda.
Segundo a marca, o objetivo é ampliar a presença no segmento de SUVs, que representou mais da metade das vendas do mercado brasileiro em 2025.
Toyota Yaris Cross tem preço inicial de R$ 161.390
Rafael Peixoto | g1
O modelo chega para complementar a linha composta por Corolla Cross, SW4 e RAV4, mas aponta sua mira contra Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Honda HR-V, Chevrolet Tracker, Nissan Kicks e Fiat Pulse.
Além desses, ele também disputa espaço em uma faixa mais baixa de preço, onde está seu principal rival, o Honda WR-V na versão EXL, de R$ 149.900. Veja os valores dos concorrentes:
Volkwagen T-Cross: de R$ 119.990 a R$ 198.490;
Hyundai Creta: de R$ 151.290 a R$ R$ 199.590;
Honda HR-V: de R$ 163.200 a R$ 209.900;
Honda WR-V: de R$ 144.900 a R$ 149.900;
Chevrolet Tracker: de R$ 119.900 a R$ 175.990;
Nissan Kicks: de R$ 166.990 a R$ 199.000;
Fiat Pulse: de R$ 101.990 a R$ 158.990.
Nessa estratégia, o Yaris Cross chega para ser o modelo de maior volume da Toyota, embora a marca continue apostando no Corolla Cross como seu principal campeão de vendas. Assim fica a linha de SUVs da fabricante:
Yaris Cross: de R$ 161.390 a R$ 189.990;
Corolla Cross: de R$ 188.990 a R$ 219.890;
RAV4: R$ 349.290 e R$ 402.420;
SW4: de R$ 412.190 a R$ 469.890.
Toyota Yaris Cross tem versões somente a combustão e híbridas
Divulgação | Toyota
SUV compacto mais econômico do país
O Yaris Cross estreia uma motorização inédita no segmento: um sistema híbrido flex que combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos — um que atua como gerador de energia para a bateria e outro que auxilia na tração.
Com etanol, o conjunto entrega até 111 cv e promete consumo de 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada, segundo o Inmetro. A Toyota não divulga o torque total de seus veículos híbridos.
O motor a combustão oferece 12,3 kgfm de torque, enquanto o elétrico entrega 14,4 kgfm. Contudo, como os valores não se somam diretamente no uso real, a marca não especifica um valor combinado.
Toyota Yaris Cross chega com medidas semelhantes às dos rivais
Divulgação | Toyota
Esse conjunto é diferente do usado no Corolla e no Corolla Cross, que contam com um motor 1.8 flex nas versões híbridas, ambos com 122 cv.
As versões não híbridas utilizam o motor 1.5 flex de 122 cv e 15,3 kgfm de torque, combinado ao câmbio CVT Multidrive. Em comparação, o 1.5 flex do Honda WR-V oferece 4 cv e 0,5 kgfm a mais.
Com esse conjunto, o lançamento se torna o SUV compacto com sistema híbrido mais econômico do Brasil. Veja as médias de consumo:
Yaris Cross híbrido
Cidade: 13,2 km/l (com etanol) e 17,9 km/l (com gasolina);
Estrada: 10,7 km/l (com etanol) e 15,3 km/l (com gasolina);
Yaris Cross a combustão
Cidade: 8,8 km/l (com etanol) e 12,6 km/l (com gasolina);
Estrada: 10,2 km/l (com etanol) e 14,3 km/l (com gasolina).
A Toyota afirma que a tecnologia pode reduzir o consumo em até 30% em comparação às versões não eletrificadas e emitir até 77% menos CO₂ quando abastecida com etanol.
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Espaço, conforto e estilo
Com 4,31 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,65 m de altura e 2,62 m de entre-eixos, o Yaris Cross tem dimensões próximas às de WR-V e Creta. Ele é 1 cm mais curto, 2 cm mais estreito e tem entre-eixos 3 cm menor que o WR-V. A altura é a mesma do modelo da Honda.
O porta-malas segue a média do segmento: 400 litros na versão convencional e 391 litros na híbrida. A diferença ocorre porque a bateria do sistema híbrido fica no assoalho, reduzindo levemente o espaço.
Nessa capacidade, o porta-malas da versão a combustão é 22 litros menor que o do Hyundai Creta e 58 litros menor que o do WR-V.

Equipamentos
As versões XRE e XRE Hybrid trazem:
Seis airbags;
Freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold;
ISOFIX;
ABS com EBD;
Controle de estabilidade e tração;
Assistente de partida em rampa;
Faróis de LED;
Rodas diamantadas de 17”;
Chave presencial;
Ar-condicionado digital automático;
Multimídia com tela de 10" com espelhamento sem fio;
Carregador por indução;
Painel digital de 7”;
Câmera de ré e sensor traseiro;
Versões XRX e XRX Hybrid (topo de linha) acrescentam:
Rodas diamantadas de 18”;
Iluminação ambiente interna;
Monitor de ponto cego;
Visão panorâmica 360°;
Sensor dianteiro;
Abertura elétrica do porta-malas com movimento do pé;
Teto solar panorâmico
Wi-Fi para até 10 dispositivos (gratuito por um ano);
E app com informações do veículo, como: histórico de viagens, diagnóstico do veículo, avisos de revisão e monitoramento remoto.
O Yaris Cross terá o programa Toyota 10, que pode estender a garantia total para até 10 anos, sem custo adicional, desde que as revisões sejam feitas na rede autorizada. O sistema híbrido tem garantia de 8 anos ou 200 mil km.
Veja o vídeo do novo Honda WR-V:
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Toyota confirma o novo esportivo GR Yaris
Toyota GR Corolla terá motor 1.6 turbo com 300 cv e 40,2 kgfm de torque
Divulgação | Toyota
Além do Yaris Cross, a Toyota também apresentou o GR Yaris, um esportivo menor que o GR Corolla. O único detalhe compartilhado pela diretoria da Toyota está ligado à transmissão, que terá duas opções: manual de seis velocidades ou automático.
Por enquanto, o GR Corolla é o único hatch esportivo da Toyota à venda no Brasil e só é equipado com transmissão manual. Os preços são, respectivamente, de R$ 416.990 para a versão Core e R$ 461.990 para a Circuit.
Toyota GR Yaris é novo esportivo que será vendido em abril de 2026

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Registro, emplacamento e CNH: novas regras para ciclomotores entram em vigor em 2026; entenda

18/11/2025 • G1 Carros

Registro, emplacamento e CNH: novas regras para ciclomotores entram em vigor em 2026
Os ciclomotores, bicicletas elétricas e veículos autopropelidos terão novas regras a partir de 2026.
As normas, aprovadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em junho de 2023, definem o enquadramento dos ciclomotores e trazem regras sobre equipamentos obrigatórios e de proteção, e regulam a necessidade de registro, emplacamento e até CNH para determinadas categorias.
(ATUALIZAÇÃO: A versão original do subtítulo deste texto dava margem à interpretação equivocada de que veículos autopropelidos – como patinetes, skates e cadeira de rodas com motor elétrico – poderiam estar sujeitos a registro, emplacamento, CNH do condutor ou pagamento de IPVA. Na verdade, como a própria reportagem relata desde a publicação, as novas normas do Contran não preveem isso. A atualização do subtítulo foi feita às 19h20 de 27 de novembro de 2025.)
Entenda nesta reportagem:
Quais são as regras para cada tipo de veículo?
O que define se um veículo é bicicleta, bicicleta elétrica, ciclomotor ou autopropelido?
Existem exceções para algum dos veículos?
Ciclomotor pode levar multa?
Quais são as regras para cada tipo de veículo?
O Contran estipulou as seguintes regras para cada tipo de veículo em circulação no Brasil:
Novas regras para ciclomotores entram em vigor em 2026
arte/g1
As regras passarão a ser fiscalizadas a partir de janeiro de 2026. A maior mudança fica por conta dos ciclomotores, que passarão a exigir:
CNH nas categorias A (motos) ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor);
Uso de capacete; e
Emplacamento.
Cada estado pode regular de acordo com suas necessidades. Em alguns estados, como o Rio de Janeiro, existe até mesmo a previsão de pagamento do IPVA para estes veículos.
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O que são bicicleta, bicicleta elétrica, ciclomotor e autopropelido?
Segundo as novas regras, estes são os aspectos que definem uma bicicleta:
Veículo de propulsão humana;
Dotado de duas rodas.
Estas são as definições para um veículo autopropelido:
Equipamento com uma ou mais rodas;
Pode ter, ou não, sistema automático de equilíbrio;
Tem motor de, no máximo, 1 kW (1.000 watts);
Velocidade máxima de fabricação em 32 km/h;
Largura não superior a 70 cm;
Distância entre eixos de até 130 cm.
Já para bicicleta elétrica, estas são as definições que caracterizam o veículo:
Veículos de propulsão humana;
Com duas rodas;
Motor auxiliar de propulsão de, no máximo, 1 kW (1.000 watts);
Motor só pode funcionar quando o usuário pedala;
Não pode ter acelerador;
Velocidade máxima de propulsão em 32 km/h.
Estas são as regras que definem um ciclomotor:
Veículo de duas ou três rodas;
Motor a combustão de até 50 cilindradas ou motor elétrico de até 4 kW (4.000 watts);
Velocidade máxima de 50 km/h.
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Existem exceções para algum dos veículos?
Sim, segundo a resolução do Contran, estão isentos das novas regras os veículos:
Veículos de uso exclusivo fora de estrada;
Veículos de competição;
Equipamentos destinados à locomoção de pessoas com deficiência ou com comprometimento de mobilidade;
Volte ao início.
Patinetes, monociclos, bicicletas elétricas, pequenas motos e ciclomotores são veículos de micromobilidade.
Raoni Alves / g1 Rio
Ciclomotor pode levar multa?
A resolução prevê que o ciclomotor pode ser multado se:
Transitar em local não permitido: infração média, multa de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH;
Transitar em calçadas, passeios, ciclovias, exceto nos casos autorizados pela autoridade de trânsito: infração gravíssima, multa de R$ 880,41 e 7 pontos na CNH;
Veículo for conduzido sem placa de identificação: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH;
Conduzir veículo que não esteja registrado e licenciado: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH;
Quando conduzir ciclomotor sem o uso de capacete ou transportar passageiro sem o uso do capacete: infração gravíssima, multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH e suspensão da CNH;
Quando transitar com ciclomotores nas vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias: infração gravíssima, multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH.
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Chevrolet Captiva volta ao Brasil como SUV elétrico chinês por R$ 199.990; veja ficha técnica

18/11/2025 • G1 Carros

Chevrolet lança 3 novos SUVs para o mercado brasileiro; veja detalhes e preços
A Chevrolet anunciou, nesta terça-feira (18), uma versão elétrica e totalmente renovada do Captiva, que chega ao Brasil por R$ 199.990.
O modelo segue o caminho do Spark EUV, que passou a ser produzido na China para enfrentar a concorrência dos veículos eletrificados no Brasil.
Enquanto no Brasil e em outros mercados o modelo é chamado de Captiva, na China o projeto nasceu como derivação quase idêntica do SUV Wuling Starlight S.
Embora siga a mesma estratégia do modelo lançado recentemente, o novo Captiva se posiciona acima dele. A principal diferença, além do preço cerca de R$ 50 mil mais alto, está nas dimensões, que são maiores até mesmo que as da Equinox (veja ficha técnica abaixo).
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O motor elétrico oferece tração dianteira, 201 cv de potência e 31,6 kgfm de torque imediato. O conjunto acelera de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos, e as baterias garantem autonomia de até 304 km, suficiente para mover os 1.800 kg do SUV.
Chevrolet Captiva EV
Os números de desempenho não impressionam, mas os 403 litros do porta-malas chamam atenção, assim como os 2,8 metros de entre-eixos, que ampliam o espaço para as pernas dos ocupantes — especialmente os da segunda fileira.
Outro ponto que se destaca é a recarga. Segundo a Chevrolet, o novo Captiva EV leva apenas 30 minutos para ir de 30% a 80% de carga — desde que conectado a um eletroposto de 120 kW em um único cabo.
Por fora, o Captiva se destaca pelas linhas retas da iluminação de rodagem diurna (DRL), finas e modernas, seguindo o padrão dos modelos mais recentes da Chevrolet, como a Blazer e o antigo Bolt.
Internamente, as mudanças em relação à antiga versão a combustão são ainda mais significativas. O novo Captiva segue a linha dos veículos chineses — até porque é derivado de um deles. Isso se traduz em um painel minimalista, volante com poucos botões e uma central multimídia flutuante de grandes proporções.
Chevrolet Captiva EV
divulgação/Chevrolet
A tela tem 15,6 polegadas e utiliza um sistema diferente do MyLink encontrado nos modelos a combustão da marca, como Onix e Tracker. Por isso, ela não é integrada ao serviço de concierge OnStar, disponível em outros veículos da GM vendidos no Ocidente.
Itens de série do Chevrolet Captiva
Vendido apenas em uma versão no Brasil, estes são os itens de série do novo Chevrolet Captiva EV:
Central multimídia de 15,6 polegadas;
Espelhamento de Apple CarPlay e Android Auto sem fios;
Painel de instrumentos com 8,8 polegadas;
Câmera em 360 graus;
Piloto automático adaptativo;
Assistente de permanência em faixa;
Farol alto automático;
Alerta de colisão frontal;
6 airbags;
Porta-malas com abertura elétrica;
Banco do motorista com ajustes elétricos;
Teto solar panorâmico;
Carregador de celular por indução.

C
Com quem o Captiva concorre
Levando em conta o preço sugerido de R$ 199.990, encontramos um bom número de SUVs elétricos a venda no Brasil e que concorrem com o Captiva EV:
Geely EX5: a partir de R$ 205.800;
BYD Yuan Plus: a partir de R$ 235.990;
GAC Aion V: a partir de R$ 219.990;
MG S5: a partir de R$ 219.800;
Omoda E5: a partir de R$ 209.900.
Captiva pode ser fabricado no Brasil
O lançamento do Captiva EV marca a chegada do modelo importado da China. A estratégia é a mesma adotada para o Spark EUV, modelo menor que já tem montagem nacional assegurada.
Chevrolet Captiva EV
divulgação/Chevrolet
Para o Spark EUV, a fábrica recebe o veículo em kits parcialmente montados, importados da China (formato SKD). A montagem é feita por uma terceirizada, chamada de Comexport e que arrendou a antiga fábrica da Troller, em Horizonte (CE).
"É uma fabricação sobre todos os padrões de qualidade da Chevrolet, que são garantidos por nós. Eles não têm licenciamento de marca, ela é nossa", diz Fabio Rua, vice-presidente da General Motors Brasil.
O executivo acrescenta que a montagem em solo nacional facilita o abastecimento de peças para reparos ou substituições e reduz o tempo de espera — um problema comum em modelos recém-lançados.
Rua não revelou o percentual de itens produzidos no Brasil, mas garantiu que esse número aumentará com o tempo. "Já existem fornecedores sendo homologados. A tendência é aumentar o índice de nacionalização ao longo do tempo. Quem desenvolve estes fornecedores é a Comexport", diz.
A produção está prevista para começar em novembro deste ano, e a capacidade da Comexport é de até 7 mil veículos montados por ano. Se houver demanda pelo modelo, é possível ampliar.
Durante o lançamento do Spark EUV, Rua afirmou ao g1 que a Comexport pode receber mais modelos e expandir a montagem sem muita demora.

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Denza: a nova marca de luxo da BYD desembarca no Brasil com SUV 4x4 e perua esportiva

18/11/2025 • G1 Carros

Denza B5 será o primeiro SUV da marca de luxo da BYD
A divisão de luxo da BYD, chamada Denza, desembarcou no Brasil e venderá três carros no Brasil inicialmente. Os modelos foram confirmados pelos executivos da marca em evento para a imprensa na noite desta terça-feira (18).
Os carros confirmados para o mercado brasileiro são Denza B5, em novembro de 2025, Z9GT no primeiro semestre de 2026 e D9 no segundo semestre de 2026.
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Denza Z9 GT
Divulgação | Denza
O primeiro deles será uma perua — ao estilo Audi RS6 — de 965 cv de potência e 97 kgfm de torque. Ao menos, é isso que a montadora divulga do veículo na China. O Denza Z9 GT tem 5,23 m de comprimento, 1,99 m de largura, 1,50 m de altura e 3,13 m de distância entre-eixos.
É um carro bastante largo, pois explora bastante a esportividade. E um carro largo é sempre melhor para garantir a estabilidade.
A frente possui faróis bem afilados, gerando um design mais agressivo. A traseira vai na contramão, com lanterna pronunciadas de uma ponta à outra.
Denza Z9 GT
Divulgação | Denza
Segundo a marca, a prova de 0 a 100 km/h é feito em apenas 3,4 segundos, parecido com os dos Porsche topo de linha, que ultrapassam R$ 1 milhão, como o 911 GT3.
No padrão chinês, o Denza Z9 GT dispõe de 630 km de autonomia. Lembrando que o Brasil não adota essa medição e tem uma metodologia própria, executada pelo Inmetro. O pacote de baterias tem 100,1 kWh de capacidade, que é uma das maiores baterias do mercado.
Denza Z9 GT
Divulgação | Denza
Para ter noção, um BYD Dolphin Plus tem bateria de 60 kWh e, pelo ciclo de avaliação brasileiro, tem 330 km de autonomia.
Denza B5, o primeiro SUV híbrido aventureiro da BYD
Denza B5 tem mais de duas toneladas e acelera de 0 a 100 km/h em menos de cinco segundos
Vinicius Montoia | g1
O outro produto trazido pela Denza é o B5, um SUV que concorre com GMW Tank 300 e Jeep Wrangler Rubicon e Land Rover Defender. Esse será o primeiro SUV da marca com capacidade off-road.
Por dentro, o carro tem interior com design que remete a correntes, sobretudo nas saídas de ar-condicionado. Há três telas, sendo uma de 12,3 polegadas para o painel de instrumentos, outra de 15,6 polegadas para a multimídia e uma terceira de 12,3 polegadas para o passageiro da dianteira.
São 4,89 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,92 m de altura e 2,80 m de entre-eixos.
Denza B5 tem 677 cv de potência
Vinicius Montoia | g1
No ciclo chinês, segunda a Denza, é possível alcançar até 1.200 km de autonomia. Por ser um híbrido plug-in, o B5 pode ser recarregado na tomada. A bateria é de 31,8 kWh.
Com motorização híbrida, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. E isso só é possível com 677 cv de potência e 76,6 kgfm de torque extraídos do conjunto híbrido que une a potência de um motor 1.5 turbo com a tração integral proveniente de dois motores elétricos (um em cada eixo).
Além disso, o veículo possui suspensão inteligente, com 20 sensores que leem o terreno, e adaptam o comportamento e altura dos amortecedores para extrair o melhor do carro. O ajuste do curso pode chegar a 14 cm (sendo 9 cm de elevação e 5 cm mais baixo que a altura tradicional).
O carro será vendido em cinco opções de cor externa e três acabamentos diferentes para o habitáculo.
Denza B5 tem três telas na cabine
Vinicius Montoia | g1
Os preços ainda não foram divulgados. A história da Denza começou há 15 anos, com uma parceria feita com a Mercede-Benz, marca alemã de carros de luxo. Denza significa:
D = Diverse (diverso);
E = Elegance (elegância);
N = Novel (novo);
Z = Zenith (apogeu);
A = Aspirational (aspiracional).
"Nós que conhecemos a Denza, sabemos que ela surgiu de uma parceria com a Mercedes-Benz. Mas ela será apresentada no Salão do Automóvel nos próximos dias para que o público fique sabendo. É uma marca que une sofisticação, elegância e tecnologia", afirmou Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD e diretor comercial e marketing da BYD Auto.
"O objetivo da BYD é ter grande volume, enquanto o da Denza é de conquistar o consumidor do mercado de luxo. Nós podemos produzir a Denza no Brasil, só depende da aceitação do público brasileiro. O Brasil é o país mais importante para a BYD fora da China", garantiu o executivo.
Confira o vídeo com o concorrente do B5:
GWM Tank 300 inaugura segunda invasão chinesa ao Brasil
O terceiro veículo prometido pela Denza é a D9, uma van de luxo que o g1 já viu no festival interlagos de 2024. O D9 pode ter motor híbrido tradicional, plug-in e 100% elétrico, mas a BYD não informou quais versões serão vendidas por aqui. Confira mais imagens abaixo:
Veja os vídeos que estão em alta no g1

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GWM Haval H6 ganha reconhecimento facial, tela maior e velocidade de Porsche; veja preços

17/11/2025 • G1 Carros

GWM Haval H6 2026 fica mais minimalista
A GWM renovou o design de toda a linha Haval H6 em um momento crucial: a marca perdeu a liderança entre os veículos híbridos mais vendidos do Brasil.
De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), os BYD Song (Pro e Plus) emplacaram 30.335 unidades em 2025, enquanto o Haval H6 registrou 25.373 vendas — 16,4% menos que o rival.
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Para tentar conter o avanço da rival conterrânea, a GWM atualizou o Haval H6 com uma nova dianteira, interior mais minimalista e melhorias tecnológicas. A marca também reajustou o preço de algumas versões do SUV híbrido. Veja os novos preços abaixo:
Haval H6 HEV2 (R$ 223.000): traz um motor elétrico acoplado ao câmbio em um sistema híbrido convencional (HEV), que permite rodar curtas distâncias em modo elétrico. É um esquema semelhante ao usado por modelos como Toyota Corolla Cross e Honda Civic;
Haval H6 PHEV19 (R$ 248.000): mantém o motor elétrico acoplado ao câmbio, mas usa uma bateria mais de dez vezes maior, aumentando a potência e autonomia em modo elétrico;
Haval H6 PHEV35 (R$ 288.000): usa dois motores elétricos: um no câmbio e outro no eixo traseiro. Somados ao motor a combustão, formam um conjunto de três motores que oferece a maior potência da linha e, graças à bateria maior, supera 100 km no modo elétrico;
Haval H6 GT (R$ 325.000): também usa dois motores elétricos no mesmo arranjo do PHEV35, garantindo potência e autonomia elétrica semelhantes. No entanto, ajustes específicos deixam o modelo com foco maior na esportividade.
Toda a linha Haval H6 utiliza motor 1.5 turbo a combustão combinado a três níveis de eletrificação. Potência e torque permanecem inalterados, mas o PHEV35 recebeu uma bateria ligeiramente maior — de 34 para 35 kWh — o que motivou a mudança de nome de PHEV34 para PHEV35. A ficha técnica completa está no fim desta reportagem.
Haval H6 HEV, PHEV19 e PHEV35
Quais as novidades?
As alterações estão no visual, principalmente na dianteira. As versões HEV2, PHEV19 e PHEV35 ganharam uma grade com elementos mais robustos, criando a impressão de uma área menor para a entrada de ar. Já a versão GT manteve a grade mais aberta, favorecendo a refrigeração do motor.
Outra novidade está na luz de rodagem diurna (DRL), que deixou de contornar apenas os faróis e agora se prolonga pela lateral, formando um desenho em cascata que parte da lente do conjunto óptico.
Parte interna também ganha novo visual
A GWM também fez mudanças no interior do Haval H6. O novo volante tem apenas dois pontos de ligação com o centro, conferindo um visual mais moderno e minimalista. Os detalhes brancos foram eliminados, dando lugar ao acabamento totalmente preto.
No test-drive, que foi curto e realizado a alguns metros de um aeroporto em São Roque (SP), é possível perceber que o volante gera mais ruído — não ao girar, mas pelo próprio atrito da mão do motorista com o material, que é mais áspero.
Ao g1, a GWM explicou que o novo material do volante oferece mais segurança por gerar maior atrito. No teste com o PHEV35, no entanto, não percebemos diferença significativa nesse aspecto.
GWM Haval H6 PHEV35
Potência e torque
Quanto ao desempenho, o modelo testado respondeu muito bem nas acelerações de 0 a 100 km/h, atingindo a marca em 4,9 segundos — o mesmo tempo do Porsche 718 Cayman. O esportivo alemão supera o H6 apenas na velocidade máxima: 275 km/h contra 180 km/h do PHEV35 testado.
Em uma pista interna do aeroporto, com segurança e espaço suficientes para atingir velocidades mais altas, não foi difícil levar o Haval H6 ao seu limite de velocidade, estipulado eletronicamente tanto por segurança, quanto para evitar riscos ao conjunto de baterias.
Com as baterias totalmente carregadas e o modo esportivo ativado, todos os motores entraram em ação, e o Haval H6 chegou a levantar ligeiramente a dianteira, cerca de dois graus.
São 393 cv de potência e 78,7 kgfm de torque entregues quase instantaneamente. O motor elétrico inicia a arrancada e, após poucos metros, o motor a combustão completa a força do SUV.
Por fim, a suspensão dos H6 foi recalibrada: está mais firma, mas continua a absorver bem os impactos. No teste, a pista era extremamente lisa, com apenas um pequeno obstáculo semelhante a uma lombada. Mesmo passando rápido, quase não sentimos o movimento das rodas.
Ainda será necessário avaliar esse novo ajuste no asfalto mais esburacado, presente na maioria das ruas brasileiras, mas a primeira impressão foi positiva.
Telas maiores trazem mapas da Huawei
Entre as mudanças internas, a GWM reduziu partes móveis, como a tampa que cobria os porta-copos no console central. Acima dele, a central multimídia cresceu de 12 para 14,5 polegadas — mantendo a largura, mas aumentando a altura.
GWM Haval H6 PHEV35
divulgação/GWM
A mudança melhora a visualização do mapa, seja pela projeção de celulares Android ou iPhone, ou pelo sistema nativo do carro.
Nesse caso, o mapa é fornecido pela Huawei, que adiciona recursos interessantes: cidades em 3D, prédios com janelas iluminadas e semáforos com contagem regressiva.
Assim como no GWM Tank 300, os novos H6 permitem exibir o mapa diretamente no painel de instrumentos, liberando a tela principal para outras funções, como o controle de mídia.
Outro destaque do software é o visual das funções extras. A interface lembra a de um tablet Android ou iPad, o que facilita a navegação para quem já usou esses dispositivos. É possível até adicionar widgets para ajustes rápidos.
GWM Haval H6 PHEV35
divulgação/GWM
SUV tem câmera apontada para o motorista
Por fim, a GWM instalou uma câmera na coluna A — que separa o para-brisa da porta dianteira.
Ela utiliza reconhecimento facial para identificar quem está ao volante, tecnologia semelhante à usada em smartphones. Com isso, é possível criar até três perfis diferentes.
Cada perfil salva regulagens do banco, preferências de assistência e configurações da multimídia, ativando tudo automaticamente quando o motorista é reconhecido. Ao emprestar o carro, basta reassumir o volante para que tudo volte ao padrão.
GWM Haval H6 PHEV35
divulgação/GWM
Itens de série do Haval H6
Estes são os itens de série do Haval H6 HEV2, do H6 PHEV19 e PHEV35:
Sensor de chuva;
Teto solar panorâmico;
Bancos dianteiros com ajustes elétricos e ventilação;
Carregamento de celular por indução;
6 airbags;
Piloto automático adaptativo com centralizador do carro na faixa;
Câmera 360 graus;
Wi-Fi nativo via rede 4G (3 GB por mês, grátis por dois anos);
Ar-condicionado de duas zonas com purificador de ar;
Projeção de dados de direção no para-brisas.
Todos os itens acima estão no Haval H6 GT, que inclui:
Emblema traseiro GT;
Bancos em couro em formato específico e com emblema GT;
Carroceria com caimento cupê, mais esportiva;
Rodas pretas, com pinça de freio vermelha.
Veja a ficha técnica:

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Educação Financeira #318: vale a pena comprar um carro novo que vai sair de linha?

17/11/2025 • G1 Carros

O Renault Clio, carro novo mais barato do Brasil, custa atualmente R$ 78.690. Por esse preço, muita gente considera migrar para um seminovo ou usado. Mas, dependendo do momento, é possível encontrar descontos significativos em modelos zero quilômetro que estão prestes a sair de linha.
As promoções em veículos próximos da descontinuação podem variar de R$ 30 mil a até R$ 60 mil, como foi o caso da Volkswagen Amarok: em 2014 unidades do modelo antigo chegaram a ter R$ 60 mil de desconto em concessionárias, por conta da chegada de uma nova geração.
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No entanto, esse tipo de oferta sempre levanta dúvidas: vale a pena comprar um carro que vai deixar de ser produzido? Quais são os cuidados necessários antes de fechar negócio?
Neste episódio do podcast Educação Financeira, o especialista Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira, explica o que muda quando um carro é descontinuado — e quando essa compra pode fazer sentido.
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Como a China venceu corrida global das baterias para veículos elétricos

16/11/2025 • G1 Carros

Durante os Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim, na China, atletas, autoridades e jornalistas de todo o mundo foram transportados por uma elegante frota de ônibus com design azul, branco e verde, que se movimentavam entre diversos locais na capital chinesa.
Diferentemente dos veículos a diesel que dominavam as ruas de Pequim na época, cerca de 50 ônibus olímpicos alimentados por baterias de íons de lítio ajudavam a capital chinesa a promover uma Olimpíada "verde e de alta tecnologia".
O evento também marcou a primeira incursão do país rumo à criação de uma indústria de baterias de íons de lítio para veículos elétricos, abrindo o caminho para que a China se tornasse líder mundial da tecnologia, duas décadas depois.
A campanha dos ônibus olímpicos elétricos foi colocada em ação em 2001, assim que Pequim ganhou a indicação para promover os Jogos Olímpicos, segundo um documentário de 2020, transmitido pela TV estatal chinesa.
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Mas o desenvolvimento e produção de baterias para veículos elétricos no evento global não foi uma tarefa fácil.
Os ônibus dos Jogos Olímpicos de Pequim marcaram a primeira incursão da China para criar uma indústria de baterias de íons de lítio para veículos elétricos
Getty Images via BBC
No final de 2003, Mo Ke e seus colegas do Centro de Desenvolvimento de Novos Materiais de Pequim (uma instituição de pesquisa afiliada ao governo) receberam a tarefa de analisar a indústria chinesa de baterias de lítio, como parte da preparação de Pequim para os Jogos Olímpicos.
A equipe de Mo descobriu que, na época, a indústria de baterias de lítio da China era "muito pequena", com apenas dois produtores de baterias para veículos elétricos.
Em 2005, eles promoveram a primeira conferência da indústria de baterias de lítio da China, como parte da sua pesquisa. "Todas as empresas do setor compareceram, mas havia, ao todo, apenas cerca de 200 pessoas", ele conta.
Na época, a CATL era um departamento da empresa japonesa ATL, que produzia baterias de lítio para aparelhos eletrônicos. Atualmente, a CATL é o maior fabricante de baterias para veículos elétricos do mundo.
A BYD — atualmente, o segundo maior fabricante de baterias para veículos elétricos do planeta e importante montadora deste tipo de veículo — havia acabado de entrar na indústria automobilística, depois de ganhar seu primeiro lote de capital, fornecendo baterias para as gigantes da telefonia celular.
Vinte anos depois, a China domina este setor indispensável para o objetivo global de atingir emissões zero em 2050. O país produz mais de 75% de todas as baterias de íons de lítio do mundo e abriga seis dos 10 maiores fabricantes de baterias do planeta.
O que causou esta ascensão meteórica? A resposta é uma combinação de fatores.
Dois deles são o imenso mercado doméstico "isolado e preservado" para as empresas locais e o apoio coordenado do governo para toda a cadeia de fornecimento, explica a analista independente da política industrial e da economia política chinesa Xie Yanmei.
Ela destaca que os subsídios aos consumidores, a criação de redes de carregamento financiadas pelo Estado e uma política obrigando os fabricantes de automóveis a produzir veículos elétricos também ajudaram a desenvolver o setor.
Mas a política representa apenas uma parte da história. As empresas chinesas também apresentaram competência na produção em larga escala e no controle dos custos, que são fundamentais para a fabricação de baterias para veículos elétricos.
"Elas têm forte instinto de sobrevivência e exploram proativamente novas ideias para ajudá-las a permanecer competitivas", afirma Song Xin, que atua como consultora de empresas chinesas de diversos setores, como fabricantes de automóveis e até robôs, que desejam se internacionalizar.
Para ela, "esta é a base do crescimento contínuo do setor."
Raízes internacionais
A história das baterias de lítio começou longe dos portos chineses, cerca de 50 anos atrás. Dela participaram três químicos: o britânico-americano Stanley Whittingham, o americano John Goodenough (1922-2023) e o japonês Akira Yoshino.
Suas pesquisas separadas valeram um Prêmio Nobel conjunto em 2019. Elas reuniram as potencialidades de cada um e levaram à invenção da primeira bateria de íons de lítio comercialmente viável em 1985. Ela foi construída por Yoshino para a empresa química Asahi Kasei, com sede na capital do Japão, Tóquio.
Em 1991, a empresa japonesa de eletrônicos Sony trabalhou em conjunto com a Asahi Kasei para levar ao mercado as primeiras baterias de íons de lítio do mundo. E, cinco anos depois, a Nissan se associou à Sony para lançar o primeiro carro do planeta alimentado por uma bateria de lítio.
Na década seguinte, o Japão era o maior produtor de baterias de lítio do mundo e a Coreia do Sul disputava arduamente a supremacia.
Na virada do século, as empresas japonesas representavam impressionantes 93% do mercado global, com a companhia de eletrônicos Sanyo liderando o setor. Foi apenas em 2011 que a sul-coreana Samsung SDI superou a japonesa Panasonic no topo da lista.
Planos de longo prazo
Quando Mo pesquisava a indústria chinesa de baterias de lítio no início dos anos 2000, a Mengguli e a Wanxiang eram as duas únicas empresas produzindo baterias para veículos elétricos no país.
"Elas forneceram a maioria das baterias para os ônibus elétricos que atenderam os Jogos Olímpicos de Pequim e a World Expo de Xangai, em 2010", afirma Mo. Ele, agora, é o fundador e analista-chefe da empresa chinesa de pesquisa de baterias RealLi Research.
Mas, antes dos Jogos Olímpicos, os planos da China já eram de longo prazo. Em 2006, o gabinete do país lançou um programa de ciência e tecnologia para os 15 anos seguintes.
Os planos incluíam "veículos movidos a energias novas e de baixa emissão" (NEVs, na sigla em inglês) como uma das 62 áreas prioritárias a serem pesquisadas pelo país. E também relacionavam "baterias recarregáveis" como uma das principais tecnologias nesta área.
O termo NEVs, usado com frequência pelo governo chinês, designa veículos 100% elétricos, híbridos e com células de combustível, alimentados com fontes alternativas, como hidrogênio e metanol.
O objetivo chinês era claro: fazer avançar sua vasta indústria até 2020, para deixar de depender da mão de obra barata e conquistar o mercado com avanços tecnológicos.
As empresas chinesas demonstraram competência na produção em larga escala e no controle de custos, que são fatores fundamentais para a produção de baterias para veículos elétricos
Getty Images via BBC
Em 2009, após o sucesso dos ônibus olímpicos elétricos, Pequim tomou uma medida importante para "ajustar e revitalizar" sua indústria automotiva.
A China havia passado anos tentando ser um concorrente global na indústria automobilística convencional, com motores a combustão interna, sem sucesso. Mas o país acreditava que estava na hora de recomeçar.
"Os responsáveis pelas políticas chinesas chegaram à conclusão de que os veículos elétricos poderiam ser uma oportunidade para que a indústria automobilística chinesa desbancasse o Ocidente", explica Xie. "Era um espaço em branco, onde todos estavam começando do zero."
Um planejamento nacional orientou os governos regionais a estabelecer cadeias de fornecimento e redes de carregamento para os NEVs. E também apoiou as companhias domésticas, encabeçando a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias relacionadas aos veículos elétricos, incluindo as baterias.
Naquele mesmo ano, o país iniciou a introdução de ônibus movidos a energias novas, com o programa "10 Cidades e Mil Veículos".
A lenta concorrência americana
Para Mo, a determinação chinesa para promover os veículos elétricos foi fundamental para sua ascensão no setor de baterias e esta visão foi inspirada, em parte, pelos americanos.
Os Estados Unidos presenciaram duas ondas de interesse pelo desenvolvimento e fabricação de veículos alimentados a baterias.
A primeira ocorreu nos anos 1970, após o início da crise do petróleo. E, depois, nos anos 1990, quando o governo americano publicou regulamentações para combater a poluição do ar.
Em 1990, o Estado americano da Califórnia lançou um programa de veículos com emissão zero (ZEV, na sigla em inglês). O objetivo era melhorar a qualidade do ar, incentivando a adoção dos veículos elétricos.
O programa levou à criação da chamada lei ZEV que, essencialmente, obrigava as companhias automobilísticas, como a General Motors, a investir em veículos elétricos, segundo o pesquisador Anders Hove, do Instituto de Estudos Energéticos de Oxford, no Reino Unido.
As ações tomadas no outro lado do oceano levaram o governo chinês a perceber que os veículos elétricos seriam "um trampolim" para o que foi descrito posteriormente como a "quarta revolução industrial", uma era caracterizada e dirigida pelas tecnologias digitais. E a China queria participar desta revolução, segundo Mo.
Mas o impulso aos veículos elétricos na Califórnia não gerou uma indústria de baterias de íons de lítio nos Estados Unidos.
Isso se deveu, em parte, ao lobby das empresas automobilísticas e de petróleo na Califórnia para "diluir" a lei ZEV, oferecendo maior apoio às células de combustível alimentadas por hidrogênio e aos carros híbridos, cujas baterias utilizavam química não de lítio, segundo Hove.
A China produz mais de 75% das baterias de íons de lítio fabricadas em todo o mundo
Getty Images via BBC
Nos anos 2000, o governo do então presidente americano George W. Bush (2001-2009) criou medidas para financiar a pesquisa e o desenvolvimento de veículos elétricos. Com isso, startups americanas fizeram grandes progressos no setor de carros e baterias, segundo Hove, até a crise financeira de 2008.
"A primeira onda de startups americanas enfrentou grandes dificuldades financeiras e a janela de investimentos em energia limpa meio que se fechou", explica ele. "Todas as pessoas que investiram naquilo perderam dinheiro."
No ano seguinte, o governo Barack Obama (2009-2017) lançou uma nova rodada de financiamentos, mas era tarde demais para salvar aquela primeira onda de empresas do colapso ou da venda da sua tecnologia, relembra Hove.
Ele destaca que muitas dessas empresas foram adquiridas por companhias chinesas, incluindo a empresa de baterias A123, uma estrela em ascensão que se vangloriava da sua tecnologia avançada de baterias de íons de lítio, desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês).
A companhia chinesa Wanxiang comprou a A123 em 2013.
Na mesma época, a China lançou um enorme plano de estímulo de quatro trilhões de yuans (cerca de US$ 649 bilhões na época, ou R$ 3,4 trilhões, pelo câmbio atual) para combater os impactos da crise financeira global.
Parte desse dinheiro foi dirigida a projetos de "economia de energia e redução de emissões".
A mudança despertou o interesse do país pelas tecnologias renováveis, incluindo os NEVs, segundo um relatório publicado em 2010 pela ONG ambientalista WWF e pelo Instituto de Pesquisa de Recursos e Políticas Ambientais da China.
A avalanche de carros elétricos
O período entre 2012 e 2020 foi fundamental para os fabricantes chineses de baterias. O governo redobrou seus esforços para colocar os veículos elétricos nas estradas.
Um roteiro industrial para os veículos movidos a energias novas definiu as quantidades de veículos elétricos que o país deveria produzir ao longo daquele período.
E, o mais importante, ele também definiu os requisitos técnicos que os fabricantes de baterias e veículos elétricos deveriam atingir para pedir apoio estatal. Este foi um impulso para o seu crescimento.
Em 2013, a China ofereceu subsídios para a compra de veículos elétricos aos consumidores individuais, não apenas ao setor público. A medida abriu as portas para os carros particulares.
A escala do apoio estatal foi enorme.
Em 2014, os governos central e regionais da China gastaram em subsídios cerca de 10 bilhões de yuanes (cerca de US$ 1,6 bilhão na época, R$ 8,5 bilhões pelo câmbio atual), segundo um relatório da época.
Nos oito anos seguintes, o país concederia isenções fiscais no valor total de 200 bilhões de yuans (US$ 28 bilhões, cerca de R$ 148 bilhões) para veículos movidos a energias novas. O investimento trouxe resultados quase instantâneos.
O número de NEVs produzidos e vendidos no país cresceu mais de três vezes em 2014 e 2015, segundo a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis. Sua parcela de mercado disparou de 1,3% em 2015 para 41% em 2024.
Mas um impulso maior para a indústria de baterias ainda estava por vir.
Em 2015, a China introduziu uma regra fundamental que, nas palavras de Xie, "isolou" seu enorme mercado doméstico para os fabricantes chineses de baterias.
Os fabricantes de veículos elétricos foram obrigados a usar baterias produzidas por um dos seus fornecedores selecionados, para que seus carros pudessem ter direito aos subsídios de consumo. E todas as 57 empresas incluídas na "lista branca" do governo eram companhias chinesas.
"As especificações técnicas inteligentemente projetadas restringiram a escolha apenas aos fabricantes chineses de baterias", explica Xie.
Na época, algumas empresas sul-coreanas já haviam começado a construir fábricas na China "e acabaram descobrindo que o mercado foi totalmente fechado para elas".
Os fabricantes chineses de veículos elétricos que usavam fornecedores estrangeiros precisaram mudar de última hora para o fabricante de baterias CATL e outras empresas domésticas que atendiam às exigências da política governamental, segundo o jornal The Economic Observer. A regra ficou em vigor por quatro anos.
A corrida
O rápido surgimento de novos clientes impulsionou a CATL, que se separou da ATL em 2011 e se tornou o maior produtor de baterias para veículos elétricos do mundo em 2017.
Com sede em Ningde, no sudeste da China, a CATL superou a Panasonic e sua compatriota BYD, segundo o site jornalístico chinês Caixin. Ela mantém o título até hoje.
As mudanças políticas continuaram com a estratégia "Made in China 2025", criada para ajudar o país a "aproveitar a posição global vantajosa da indústria" até meados dos anos 2020, por meio da inovação tecnológica.
Os NEVs foram relacionados como "área fundamental" que o país deveria "promover vigorosamente". E, aproveitando o momento, a China introduziu um sistema de "duplo crédito" para os fabricantes de automóveis em 2017.
Baseado, em parte, no programa ZEV da Califórnia, a política basicamente exigia que todos os fabricantes de automóveis da China produzissem veículos elétricos para "compensar" os carros convencionais fabricados, por meio de uma fórmula complexa.
O projeto de "rua de mão única" incentivou os fabricantes de automóveis a produzir mais veículos elétricos, para evitar gastos desnecessários.
O fabricante chinês CATL passou a ser o maior produtor de baterias para veículos elétricos do mundo em 2017
Getty Images via BBC
"Como fabricante de automóveis, por um lado, você precisava produzir veículos elétricos na China ou enfrentar uma penalidade financeira", explica Xie. "Por outro, os veículos elétricos que você era obrigado a fabricar não seriam vendidos sem baterias chinesas."
"Por isso, todos os fabricantes de automóveis chineses, coreanos, japoneses, americanos ou alemães precisavam usar baterias chinesas."
O rápido crescimento e a proteção do mercado permitiram que a CATL trabalhasse com fabricantes de automóveis avançados do Ocidente em inovação conjunta. Este processo "fez crescer rapidamente seus conhecimentos e capacidades", segundo Xie.
A forma de crescimento das indústrias de veículos elétricos e baterias da China também foi fundamentalmente distinta do Ocidente. A chave foi a estreita parceria entre o governo e a indústria, segundo Song Xin, que também é fundadora do centro de estudos Sinnvoll Global Strategy, com escritórios em Pequim e em Berlim, na Alemanha.
O investimento massivo do governo tinha um objetivo claro: estabelecer uma forte indústria de fabricação de veículos elétricos. E este objetivo foi atingido com a feroz concorrência na indústria para decidir quais empresas ou tecnologias iriam sobreviver e progredir, explica ela.
Este método incluiu a realização de rodadas e mais rodadas de corridas na indústria, para determinar quem era mais rápido. Ele é muito mais eficaz que o modelo convencional da Europa, América do Norte e Japão, onde o crescimento industrial é frequentemente dirigido por algumas empresas grandes ou consórcios, segundo Song.
"Isso também significa que a China pode trazer uma tecnologia do laboratório para a produção em massa com muita rapidez", afirma a consultora.
Segredos para o sucesso
Existem outros elementos importantes que diferenciam a indústria chinesa de baterias: "a cadeia de fornecimento, a tecnologia e a fabricação", segundo o executivo-chefe da Snow Bull Capital, Taylor Ogan.
Com sede em Shenzhen, no sul da China, a empresa investe no setor chinês de tecnologia limpa.
Os principais fabricantes chineses de baterias, como a CATL e a BYD, são baseados em um modelo de negócio de "integração vertical". Isso significa que elas, muitas vezes, são donas dos seus fornecedores, no todo ou em parte.
"Isso ajuda a controlar os custos e garante a segurança e a confiabilidade das suas cadeias de abastecimento", segundo Chen Shan, da cidade chinesa de Xangai, analista dos mercados de baterias da consultoria norueguesa Rystad Energy.
Sua capacidade de gerenciar a fabricação em larga escala também é de enorme importância.
"As baterias modernas para carros elétricos reúnem centenas de pequenas células lado a lado ou entre uma extremidade e outra", explica o pesquisador de materiais de baterias Liu Chengguang. da Universidade de Jiaotong-Liverpool em Xian, no noroeste da China.
"Uma célula fraca arrastaria toda a cadeia, reduzindo o alcance e aumentando os riscos de segurança", prossegue ele. "Todas as células devem ser quase idênticas."
Atingir este feito "exige fábricas massivas com alto nível de automação, controle rigoroso do processo, testes em tempo real e triagem inteligente", segundo Liu.
A inovação constante e formação específica ajudaram os fabricantes chineses de baterias a se manterem na liderança global
Getty Images via BBC
Esta é precisamente a força da CATL, que conquistou cerca de 40% do mercado global de baterias para veículos elétricos em 2024, mais que o dobro do segundo colocado, a BYD.
"O segredo do sucesso da CATL é que ela consegue usar menos dinheiro para produzir baterias melhores, mantendo uma enorme capacidade de produção", segundo Cheng Manqi, jornalista do portal de negócios chinês Late Post, que investigou a empresa.
A constante inovação é outro fator que ajuda os fabricantes chineses de baterias a se manterem na liderança.
A "bateria de lâminas" da BYD, por exemplo, é uma bateria de lítio-ferro-fosfato (LFP) que é o carro-chefe da empresa.
Ela foi lançada em 2020, em parte, porque sua fabricação é mais barata. A bateria não usa cobalto, que a China precisa importar.
Mas a BYD melhorou significativamente o desempenho das LFPs anteriores, fazendo com que elas ficassem mais potentes, seguras e menores. Ela ficou tão popular que alterou a espécie predominante de baterias de íons de lítio na China.
'Engenheiros praticantes'
Por trás dessa rápida evolução tecnológica, está um grande conjunto de engenheiros de baterias chinesas. Eles surgiram graças a um sistema de educação dirigida e treinamento vocacional oferecido pelas faculdades, universidades e pelas empresas produtoras de baterias.
"As companhias chinesas contam com uma geração de pesquisadores técnicos incrivelmente especializados", afirma Cory Combs, chefe de pesquisa de cadeias de fornecimento e minerais críticos da consultoria Trivium China.
"Eles não são simplesmente PhDs que trabalham no laboratório", explica ele. "Não são apenas operários nas fábricas."
Eles são "engenheiros praticantes", que conhecem profundamente os processos de produção, compreendem os desejos do mercado e podem usar seus conhecimentos para melhorar a tecnologia existente com rapidez e conquistar os clientes.
"É disso que você precisa para reduzir os custos de produção das baterias", segundo Combs.
A CATL emprega mais de 20 mil engenheiros técnicos e o setor de baterias da BYD, a FinDreams Battery, tem mais de 10 mil desses profissionais.
A China pode manter sua supremacia?
Atualmente, a China domina a produção em cada etapa da cadeia de fornecimento de baterias, além da mineração e do processamento de certas matérias-primas, segundo a Agência Internacional de Energia.
O país detém cerca de 85% da capacidade global de produção de baterias, contra 5% da América do Norte e 7% da Europa, segundo pesquisa da consultoria Wood Mackenzie, observada pela BBC.
É consenso entre os pesquisadores que será extremamente difícil para outros países desafiar a supremacia chinesa sobre a geração atual de tecnologia de baterias.
"Será difícil reproduzir certos aspectos que levaram à liderança chinesa, como a existência de aglomerados industriais e a integração vertical das cadeias de fornecimento", afirma Kate Logan, diretora do Instituto de Política da Asia Society, dedicado às políticas chinesas relativas ao clima e à energia limpa.
O fato de que as empresas chinesas já atingiram a fabricação em escala de baterias e estão expandindo sua produção no exterior é outro obstáculo imenso para seus potenciais concorrentes.
"As baterias chinesas são mais baratas e têm alto desempenho e disponibilidade", afirma a pesquisadora Francesca Ghiretti, especializada na China e em segurança econômica da organização de pesquisa sem fins lucrativos RAND Europe.
A escala da produção chinesa "faz com que seja muito difícil acompanhá-los, não com a tecnologia, mas com o sucesso comercial daquela tecnologia", explica ela.
Especialistas afirmam que será difícil que outros países ameacem a supremacia chinesa na tecnologia de baterias para veículos elétricos
Getty Images via BBC
Mas, para Mo Ke, a porta não está totalmente fechada para os outros países.
A China é muito boa em fazer com que as tecnologias já existentes sejam melhores e mais baratas, mas a fraqueza do país, segundo ele, está na pesquisa de ponta.
Se outros países puderem desenvolver tecnologias de bateria de última geração, como baterias de estado sólido, "pode ainda haver possibilidade" de concorrer com a China, segundo Mo.
As baterias de íons de lítio tradicionais empregam um eletrólito líquido para transferir os íons entre os eletrodos, enquanto as baterias de estado sólido usam um eletrólito sólido.
Sua característica única é que elas podem não precisar da cadeia de abastecimento existente, destinada às células com eletrólito líquido. Este fator poderá abrir espaço para concorrentes de fora da China, explica ele.
Empresas como as chinesas CATL e BYD, a sul-coreana Samsung SDI e a americana QuantumScape estão desenvolvendo baterias de estado sólido.
Mas, atualmente, os Estados Unidos dependem muito da China para suas baterias de íons de lítio. E a fabricação em escala competitiva deve ser um desafio, segundo uma análise publicada pelo Instituto de Estudos Energéticos de Oxford.
Os obstáculos incluem atrasos tecnológicos, incerteza sobre a demanda e altos custos de energia, segundo o estudo.
Mas especialistas ressaltam que o crescimento da indústria de baterias de um país não significa que ele irá automaticamente competir com a China.
"Isso só é possível, no curto prazo, trabalhando com empresas chinesas, pois elas estão na vanguarda da tecnologia", explica Anders Hove. "Se você não tiver esse conhecimento sobre a fabricação, não conseguirá desenvolver tecnologias inovadoras."
Na verdade, a expansão do know-how é que permitirá a equiparação, segundo ele. Mas esta não será uma tarefa fácil, considerando a liderança chinesa na construção de todo um ecossistema de fabricação de baterias nos últimos 20 anos.
Para alguns especialistas, como Taylor Ogan, as últimas duas décadas podem ter selado a liderança duradoura da China na cadeia de abastecimento global de baterias.
"Não consigo prever em quanto tempo outro país poderá alcançar os chineses, em termos de fabricação de baterias", segundo ele. "Eles estão muito à frente."
A China abriga seis das 10 maiores fábricas de baterias do mundo
Alami via BBC

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Conheça o centro de testes da Ford no interior de SP que é 14 vezes maior que o Autódromo de Interlagos

16/11/2025 • G1 Carros

Conheça o centro de testes da Ford no interior de SP que é 14 vezes maior que o Autódromo de Interlagos
Quem passa às margens da Rodovia Antônio Romano Schincariol (SP-127), em Tatuí (SP), provavelmente vê um letreiro indicando a presença de uma das grandes montadoras automobilísticas instaladas no país. O que nem todo mundo sabe é que, naquele espaço, funciona uma área de testes que ocupa uma estrutura 14 vezes maior que o Autódromo de Interlagos, na capital paulista.
O g1 visitou o Centro de Tecnologia e Desenvolvimento da Ford, que tem cerca de 500 colaboradores, para entender como o local opera e qual é a função da unidade na rotina de desenvolvimento de veículos.
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Segundo o diretor de programas veiculares da empresa na América do Sul, André Oliveira, o espaço foi instalado na região há quase 50 anos por questões estratégicas da companhia.
"O centro vai completar 50 anos em 2028, e a localização foi escolhida de forma estratégica por grandes nomes da nossa engenharia, como Edgar Heinrich, que decidiu que a marca precisava de um campo de provas. Tatuí foi escolhida pela proximidade com a capital, pelas condições climáticas e uma altitude próxima à altura do mar, que, apesar de não estarmos no litoral, pode ser ajustável na hora de testar", explica.
Atualmente, o local possui mais de 450 testes nos 60 km de pistas, em tempo real, voltados à usabilidade dos veículos antes de serem colocados à venda para o público geral na América do Sul. Entre eles, estão provas consideradas agressivas, em pistas on e off-road. Assista acima.
Pista de testes da Ford, em Tatuí (SP)
Ford/Divulgação
O centro de Tatuí é apenas um dos sete que a montadora possui ao redor do planeta. Ao todo, além da unidade brasileira, há três nos Estados Unidos, um na Bélgica, um na China e outro na Austrália. Saiba quais são as categorias de testes feitas no local:
Testes e homologação de emissões;
Durabilidade veicular;
Teardown e análise de motores e transmissões;
Simulações em condições reais de uso;
Desenvolvimento e testes de tecnologias semiautônomas;
Desenvolvimento e validação de motores a combustão interna;
Treinamentos de direção defensiva;
Testes e homologação de ruído de passagem.
Pista de testes da Ford, em Tatuí (SP)
Diogo Del Cistia/g1
"Toda a potência envolvendo a marca no país e em toda a América do Sul é testada em Tatuí. Nas pistas, consideradas algumas das melhores do mundo, há lama e barro para todos os carros. Atendemos a todos os critérios para mercados exigentes, como China, Europa e outros", conta.
Com relação aos testes voltados às questões tecnológicas, há provas que medem, inclusive, a intensidade do ruído em cada ouvido do motorista. Mas nem sempre os carros são aprovados de primeira e, de acordo com André, passar rapidamente é um mau sinal.
"Nós temos um mecanismo que tira foto do ruído, indica de onde está vindo e, a partir disso, e ajustamos ele milimetricamente. Desmontamos quantas vezes forem necessárias. Isso aumenta a nossa eficiência", diz.
"Quando um carro passa de primeira, nós mandamos retestar. Nós celebramos as falhas, nós queremos que o carro falhe, nós testamos até falhar. Em média, os carros fazem três testes de cada tipo antes de serem totalmente aprovados. Nós temos que distribuir os resultados e ganhar confiança neles", complementa.
André Oliveira, diretor da unidade em Tatuí (SP)
Ford/Divulgação
De acordo com o diretor, há veículos que passam um ano fazendo testes virtuais no local antes de serem positivamente avaliados. Ele explica que, em média, são 15 mil testes ao todo, que levam entre seis a oito meses para serem finalizados.
"Não é um padrão, porque depende para qual mercado vai, qual é o motor, a quantidade de passageiros, entre outras características. São testes virtuais conceituando o carro, fazendo as imagens, design, exterior, fora o trabalho paralelo da engenharia na viabilidade técnica. O carro é montado só depois que tudo isso estiver pronto", pontua.
Novos investimentos na área
Durante o evento em que a marca apresentou a nova Maverick Hybrid, na quinta-feira (13), André anunciou novos investimentos no campo de provas de Tatuí. Isso inclui o Ford Academy, considerado um centro de treinamento moderno para difundir conhecimentos sobre a montadora.
Ao g1, o responsável pela unidade diz que a nova estrutura pretende trazer treinamentos voltados à capacitação da mão de obra regional, treinando pessoas na área da engenharia, desenvolvimento de software, técnicos e analistas.
"Por que não trazermos pessoas daqui? Muitas vezes, elas tiveram que sair da região para estudar, mas querem voltar a morar perto da família, e nós queremos criar essas oportunidades. É um grande propósito educacional para Tatuí, fomentando a contratação de profissionais que estão perto de nós", detalha.
Além disso, foi revelada a instalação de um centro de engenharia, que ficará junto à pista de testes da montadora. No local, os engenheiros poderão processar, analisar e compartilhar dados em tempo real com outros centros da Ford, para implementar ajustes de sistemas de forma mais rápida e eficiente.
"Nós queremos mostrar Tatuí para o mundo. Muitas pessoas que moram na cidade sequer sabem que existe algo relacionado à Ford aqui, e ela possui uma importância gigantesca tanto para a marca como para a exportação automobilística em um geral. O nosso investimento a longo prazo trará mudanças positivas para toda a região", destaca.
Centro de tecnologia da Ford, em Tatuí (SP)
Diogo Del Cistia/g1
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Salão do Automóvel: veja as marcas de motos que estarão presentes e o que esperar do evento

16/11/2025 • G1 Carros

O Salão do Automóvel, que acontece durante os dias 22 a 30 de novembro no Distrito Anhembi, em São Paulo, terá sua primeira edição após um hiato de sete anos. Mas não é só de carros esportivos e novidades que a mostra será composta: as marcas de moto Suzuki e Vespa também estarão no evento.
Os 700 mil visitantes esperados nos dez dias de evento poderão ver motocicletas e scooters. Uma delas é do grupo italiano Piaggio, a Vespa, que fez muito sucesso nas décadas de 1940 e 1950.
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Modernizado, o portfólio da Vespa no Salão contará com dez modelos. Além da scooter de entrada VXL 150, as linhas de 150 cilindradas (Primavera Sport, Sprint S150) e de 300 cilindradas (Vespa 300 GTS, Vespa 300 Supersport e Vespa 300 Supertech) também estarão presentes.
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Já a Suzuki Motos promete levar 26 modelos de motocicletas e três de quadriciclos para o Salão do Automóvel de 2025. Segundo a marca, os visitantes poderão conferir a nova Suzuki GSX-S1000GX, a GSX-8R e a V-Strom 800, além da Haojue DL 160 (que o g1 já testou). A Suzuki contará com motos de suas três marcas. Veja abaixo:
Suzuki
Hayabusa;
GSX-8R;
GSX-S1000GX;
V-Strom 1050XT;
V-Strom 1050;
V-Strom 800DE;
V-Strom 800;
V-Strom 650XT;
GSX-S1000;
GSX-S1000GT;
GSX-8S.
Haojue
Master Ride 150;
DL160;
DK160;
DR160;
NK150.
Zontes
350E;
T350;
T350X;
R350;
V350;
S350;
GK350.
Kymco:
AK550 Premium;
Downtown 350.
Hisun (ATV 4x4):
Tactic 400;
Tactic 550;
Tactic 750.
Linha Vespa estará no Salão do Automóvel de 2025
Divulgação | 2W Motors
Essa não é a primeira vez que o Salão do Automóvel recebe fabricantes de motocicletas. A prática, no entanto, não é uma constante no evento, uma vez que existe o Salão Duas Rodas (que não acontece desde 2019) e o Festival Interlagos Motos.
É uma chance para as fabricantes de veículos de duas rodas estarem em contato com um público maior, o de amantes de carros. Veja, abaixo, mais detalhes da edição desse ano.
Salão do Automóvel de São Paulo 2025
Após um hiato de sete anos, o Salão do Automóvel de São Paulo voltará ao Anhembi, na zona norte da capital, para a sua 31ª edição. A mostra estará aberta ao público entre 22 e 30 de novembro e deve receber mais de 700 mil visitantes, segundo a organizadora RX.
Tradicionalmente realizado nos anos pares até 2018, o evento teve o calendário alterado devido à pandemia de Covid-19 e não foi realizado em 2020, 2022 e 2024. As últimas edições, em 2016 e 2018, aconteceram no São Paulo Expo, na zona sul da cidade.
O Salão do Automóvel, que completa 65 anos de existência em 2025, voltará ao Distrito Anhembi, que sediou o evento por décadas. Os estandes estarão divididos em cinco pavilhões e trarão atrações inéditas, experiências interativas e uma pista de testes exclusiva.
Veja nesta reportagem tudo o que você precisa saber sobre o Salão do Automóvel 2025.
Quanto custa e como comprar ingressos?
Quais são os horários de funcionamento e como chegar no Anhembi?
Quais são as marcas confirmadas no Salão do Automóvel 2025?
Evento terá pistas de testes e 40 carros à disposição dos visitantes
Haverá espaço para alimentação?
O espaço é acessível?
Salão do Automóvel de SP não terá somente carros
Divulgação | RX
Quanto custa e como comprar ingressos?
A abertura oficial do evento acontecerá em 21 de novembro, às 19h, com o evento Avant Première, voltado a um público restrito. Para essa data, o ingresso custa R$ 1.000 e dá acesso antecipado às atrações e apresentações musicais (ainda não confirmadas).
Todos os ingressos — incluindo o da Avant Première — são vendidos pelo site da Fever e possuem taxa de serviço. De 22 a 30 de novembro, o Salão estará aberto ao público geral, com preços diferentes para dias de semana e fins de semana.
Veja abaixo os valores dos ingressos:
Avant Première: R$ 1.000 + R$ 90 de taxa de serviço — sem meia-entrada;
VIP: R$ 530 (dias de semana + R$ 47,70 de taxa de serviço) / R$ 640 (fins de semana + R$ 57,60 de taxa de serviço) — com meia entrada;
Regular: R$ 126 (dias de semana + R$ 11,34 de taxa de serviço) / R$ 162 (fins de semana + R$ 14,58 de taxa de serviço) — com meia entrada.
O ingresso Regular dá acesso às principais atrações e inclui o direito de dirigir veículos em um circuito montado pela organização, sujeito à disponibilidade das marcas participantes.
Entre as experiências confirmadas para o ingresso regular estão:
Museu Carde: linha do tempo interativa com modelos icônicos;
Live Garagem Show: customização de carros ao vivo pelo preparador Batistinha;
LEGO Experience: carro de Fórmula 1 em tamanho real feito de peças LEGO;
SDA Talks: painéis, palestras e conferências;
Nascar Experience e FIA WEC: espaços dedicados a competições internacionais;
Racing Game Zone: simuladores profissionais de corrida.
Já o VIP oferece benefícios adicionais. Além da entrada em áreas exclusivas e das experiências do tíquete Regular, os participantes com esse ingresso conseguirão acesso ao Dream Lounge — com exposição de carros clássicos e raros — e à Área SID, com capacetes de pilotos como Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Rubens Barrichello.
O ingresso ainda oferece um pacote que inclui um bar de coquetéis patrocinado pelo Café Journal.
Crianças de até cinco anos completos são isentas do pagamento de ingresso. As com idade entre seis e doze anos completos têm direito à meia-entrada.
Quais são os horários de funcionamento e como chegar no Anhembi?
O Salão do Automóvel 2025 funcionará das 12h às 21h nos dias 22 e de 24 a 28 de novembro, e das 10h às 21h nos dias 23, 29 e 30. A entrada será permitida até uma hora antes do fechamento.
O Distrito Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana, na zona norte de São Paulo.
Haverá transporte gratuito entre o local e a estação Portuguesa–Tietê (linha 1-Azul do Metrô). O ônibus exclusivo para o evento vai partir da Rua Voluntários da Pátria, número 498. O serviço começa uma hora antes da abertura do evento e termina uma hora após o encerramento.
O local também contará com um estacionamento pago. Veja os valores:
Carro: R$ 80 (12h);
Moto: R$ 25 (12h);
Micro-ônibus: R$ 120 (12h);
Ônibus: R$ 160 (12h).
Memória sobre Rodas, o Dream Car Museum, no Salão do Automóvel de São Paulo de 2025
Quais são as marcas confirmadas no Salão do Automóvel 2025?
Entre as fabricantes confirmadas no evento estão a BYD e sua marca de luxo Denza, a CAOA Chery, o Grupo Stellantis (com Citroën, Fiat, Jeep, Leapmotor, Peugeot e Ram), GAC, Geely, GWM, Honda, Hyundai, Kia, Lecar, MG, Mitsubishi, Omoda & Jaecoo, Renault, Suzuki, Toyota e Vespa.
“Mais de 300 veículos estarão em exposição, em uma programação repleta de experiências imersivas e interativas que prometem reconectar o público com o universo automotivo”, afirma Thiago Braga Ferreira, gerente executivo do evento.
Uma das novas marcas disponíveis no Salão do Automóvel é a Leapmotor.
Confira o primeiro o teste com o novo Honda WR-V, carro que estará no Salão do Automóvel disponível para rodar na nova pista de testes:
Honda WR-V reúne ótimo espaço e equipamento para ser o SUV com melhor custo-benefício
Evento terá pistas de testes e 40 carros à disposição dos visitantes
A Drive Experience, pista montada especialmente para o evento, ocupará 14 mil m² e contará com veículos das marcas BYD, Caoa Chery, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, Ram e Renault.
O circuito terá uma reta de 160 metros e permitirá testar modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4x4, com exercícios de slalom (prova de habilidade na qual o carro passa por um circuito de cones em zigue-zague) e frenagem.
🍺ATENÇÃO: haverá teste do etilômetro — o popular “bafômetro” — para quem participar dos test-drives. Quem apresentar resultado positivo, não poderá realizar o teste de condução. Se beber, não dirija.
Segundo a RX, cerca de 40 modelos estarão disponíveis para os testes, e até mil visitantes poderão participar por dia, em voltas de até dez minutos.
O formato foi modernizado após o sucesso do Festival Interlagos Carros, realizado no autódromo paulistano, que também oferecia testes de veículos de diversas marcas mediante pagamento.
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Veja a história do Salão do Automóvel de São Paulo em imagens
Haverá espaço para alimentação?
O público encontrará diversas opções gastronômicas, com alternativas para diferentes gostos e restrições alimentares.
Food trucks com cardápios variados, incluindo versões vegetarianas, veganas e sem glúten;
Restaurantes e lanchonetes com serviço completo, desde refeições rápidas até pratos mais elaborados;
Áreas temáticas gastronômicas, com ambientações especiais e menus exclusivos que integram a experiência do evento.
A organizadora não deu mais detalhes sobre o preço médio dos cardápios disponíveis no evento.
O espaço é acessível?
Segundo a organizadora do evento, todos os espaços contam com acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Haverá também intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir a participação de pessoas surdas ou com deficiência auditiva em todas as atividades.

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Honda WR-V desafia rivais com mais espaço e preço competitivo; veja o teste

14/11/2025 • G1 Carros

Honda WR-V reúne ótimo espaço e equipamento para ser o SUV com melhor custo-benefício
A Honda apostou em uma fórmula simples, porém bem executada, para lançar o WR-V no mercado brasileiro. Sem a pretensão de oferecer o desempenho de um carro esportivo, o novo SUV da marca japonesa cumpre bem o papel de ser funcional para o dia a dia — seguro, espaçoso, bem equipado e sem exageros.
O modelo começou a ser vendido em todo o país na última quarta-feira (12), com preços a partir de R$ 144.900 na versão intermediária EX e R$ 149.900 na topo de linha EXL. Mais de duas mil unidades comercializadas na pré-venda, tornando o WR V uma das prioridades na produção da Honda.
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Com a demanda acima do esperado, a fábrica de Sumaré, no interior de São Paulo, ampliou a operação e passou a trabalhar com capacidade total para produzir o novo SUV.
O g1 percorreu quase 200 km com o novo modelo e, nesta reportagem, você verá os principais pontos positivos e negativos do novo SUV da Honda.
Honda WR-V 2026 EXL
Preços e ficha técnica
O lançamento do WR-V integra a estratégia da Honda, que planeja investir mais de R$ 4 bilhões até 2030 para modernizar sua operação e enfrentar a crescente concorrência dos carros chineses no mercado brasileiro.
O WR-V estreia com uma lista ampla de itens de série e chega para competir tanto com SUVs subcompactos, como o Volkswagen Tera, Renault Kardian e o futuro Toyota Yaris Cross, quanto com os modelos compactos de categoria superior, como VW T-Cross e Hyundai Creta. (Veja a ficha técnica mais abaixo)
Com o novo utilitário esportivo, a gama de SUVs da Honda passa a ser composta por:
WR-V: de R$ 144.900 a R$ 149.900
HR-V: de R$ 163.200 a R$ 209.900
ZR-V: R$ 214.500
CR-V: R$ 352.900
Veja a ficha técnica:

Motor confiável, mas insuficiente para o modelo
Potência e torque
Embora a Honda não informe o tempo de aceleração de 0 a 100 km/h do novo WR-V, testes feitos pelo g1 indicam que o modelo leva pelo menos 10 segundos para atingir essa marca.
Isso porque o SUV conta com um motor 1.5 de injeção direta, que entrega 126 cavalos de potência e ao menos 15,5 kgfm de torque — ambos a rotações elevadas. Essa característica marca motores naturalmente aspirados e que não contam com turbocompressor para auxiliar na entrada de ar. Ou seja, isso exige que o motorista pise mais fundo no acelerador para extrair o máximo do conjunto.
A transmissão CVT (tipo de câmbio automático que não usa marchas tradicionais), atua de forma suave no modo normal, mas aumenta as rotações no modo Sport — o que prepara o carro para retomadas e ultrapassagens mais rápidas, apesar de não acrescentar potência ou torque.
Embora o WR-V cumpra bem sua função em trechos urbanos, onde não se exige alta performance, o SUV está longe de impressionar. As ultrapassagens exigem paciência, o motor é ruidoso e entrega menos do que o som sugere.
Parte disso se explica pelo peso: embora utilize o mesmo conjunto mecânico do City Hatch, o WR-V é mais pesado, com 1.278 kg — 94 kg a mais do que o City. Vale considerar que, com porta-malas cheio e cinco ocupantes, o peso deve influenciar ainda mais no desempenho que o carro entrega.
Honda WR-V EXL 2026 tem bagageiro com 458 litros de capacidade
Divulgação | Honda
E o conforto?
Embora o projeto do WR-V tenha sido desenvolvido pelas equipes da Honda na Tailândia e Índia — que geralmente preferem suspensões mais macias —, no Brasil o modelo conta com uma calibragem mais firme, ideal para atender às demandas do mercado nacional.
“O HR-V tem um comportamento mais esportivo. Já o trabalho feito na suspensão do WR-V foi pensado para o conforto que esse perfil de consumidor busca”, afirma Douglas Giatti, gerente de planejamento de produto da Honda Automóveis do Brasil.
Diferente do que acontece no HR-V e no City, que possuem uma suspensão mais esportiva — transmitindo mais as irregularidades da rua para o motorista —, o WR-V oferece maior conforto.
Em termos de estabilidade, por outro lado, há alguma inclinação da carroceria durante as curvas, mas nada acentuado — diferente do HR-V, por exemplo, que tem mais estabilidade graças ao ajuste mais firme.
No geral, mesmo priorizando o conforto, o WR-V teve um bom desempenho no teste dinâmico e demonstrou um bom trabalho de adaptação da suspensão.
Tamanho e visual externo
As dimensões do WR-V chamam atenção: ele é 17 cm mais longo que o Tera e 13 cm maior que o Kardian. A altura também impressiona: são 18 cm a mais que o modelo da Volkswagen e 11 cm acima do Renault. Pessoalmente, a impressão de tamanho é ainda maior.
Assim, embora seja um SUVs subcompactos, o WR-V pode ser facilmente comparado aos compactos de categoria superior — não apenas pelo tamanho, mas também pelo design.
É o caso das lanternas que atravessam a tampa do porta-malas, por exemplo, que dão a sensação que o carro é mais largo. A grade dianteira, acompanhada de faróis afilados, também se destaca pelo tamanho e formato, o que dá a impressão de que o carro é equipado com um motor mais potente.
Novo Honda WR-V chega por menos de R$ 150 mil
Visualmente, a silhueta do WR-V é a de um SUV tradicional. Com esse formato, a Honda aproveitou bem o espaço, garantindo 2,65 m de distância entre as rodas da frente e da traseira, onde é "instalada" a cabine.
Com essas dimensões, os concorrentes ficam em desvantagem, já que custam quase o mesmo, mas oferecem menos porta-malas: enquanto o Tera tem 350 litros, o Kardian 358 litros e o Hyundai Creta tem 422 litros, o Honda WR-V entrega 458 litros.
Acabamento interno deixa a desejar
É na cabine que aparecem os principais problemas do WR-V — e eles dificilmente passam despercebidos.
O primeiro é o isolamento acústico: o ruído do motor invade oa cabine, especialmente em acelerações mais fortes. Ao lado de caminhões, é preciso aumentar bastante o volume do som para ouvir música.
O barulho dos pneus no asfalto também foi constante durante os quase 200 km percorridos pelo g1 no sul do país.
Mas não é só isso. Na parte traseira, há saída de ar-condicionado para quem vai na segunda fileira, mas não há tomadas USB ou USB-C. A única disponível é uma 12V, já ultrapassada para os padrões atuais.
Dentro do apoio de braço dianteiro, não há forração e os parafusos ficam expostos, o que compromete o acabamento. As luzes internas também poderiam ser em LED, já que usam lâmpadas halógenas iguais às do Honda Fit 2012.
Tecnologia que salva vidas
Em compensação, o WR-V é bem equipado desde a versão de entrada, com o Honda Sensing, pacote de assistência à condução da marca.
Honda WR-V tem motor 1.5 aspirado de 126 cv
Divulgação | Honda
O conjunto inclui sistema de permanência e correção de faixa, frenagem autônoma de emergência e piloto automático adaptativo, que mantém velocidade e distância do veículo à frente. Em viagens longas, é um aliado importante.
O Hyundai Creta Comfort, que custa R$ 151.290, não traz esses itens de série; para adicioná-los, é preciso pagar mais R$ 3.700. Assim, ele fica R$ 5.090 mais caro que o WR-V EXL.
A versão EXL do Honda também conta com bancos de couro, algo ausente no Creta de entrada. Vale lembrar que o Honda oferece esse pacote ADAS desde a configuração inicial, de R$ 144.900.
Conclusão
No fim, o WR-V acerta em vários pontos que o consumidor médio valoriza. Desempenho equilibrado, confortável, fácil de manobrar, um bom espaço — superior ao de Kardian e Tera — e excelente capacidade de porta-malas.
Poderia ter acabamento melhor, freio de estacionamento eletrônico na versão mais cara e isolamento acústico mais eficiente. Mesmo assim, o carro tem mais méritos do que defeitos.
Veja os pontos positivos e negativos:
✅ Espaço interno;
✅ Porta-malas;
✅ Nível de equipamentos;
❌ Desempenho;
❌ Isolamento acústico;
❌ Acabamento.

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Governo de SP publica calendário e regras para IPVA 2026; desconto de 3% vale para pagamentos em janeiro

13/11/2025 • G1 Carros

Mutirão presencial do Acordo Paulista oferece renegociação de dívida do IPVA
Governo de SP/divulgação
O governo de São Paulo publicou nesta quinta-feira (13), no Diário Oficial, o calendário de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026, além das regras de parcelamento e do desconto aplicado à quitação antecipada.
Segundo o decreto, o pagamento em cota única no mês de janeiro — ou seja, quitar o valor total do imposto de uma só vez, em um único pagamento — terá desconto de 3% para veículos usados.
Veículos zero quilômetro terão desconto de 3%, desde que o pagamento seja feito em até cinco dias úteis após a emissão da nota fiscal. O IPVA de carros novos também pode ser parcelado em até cinco vezes, com a primeira parcela vencendo em até 30 dias após a emissão da nota.
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Os vencimentos seguem o final da placa do veículo (veja abaixo).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Datas de pagamento da cota única com desconto (janeiro)
Final 1: dia 12 de cada mês;
Final 2: dia 13 de cada mês;
Final 3: dia 14 de cada mês;
Final 4: dia 15 de cada mês;
Final 5: dia 16 de cada mês;
Final 6: dia 19 de cada mês;
Final 7: dia 20 de cada mês;
Final 8: dia 21 de cada mês;
Final 9: dia 22 de cada mês;
Final 0: dia 23 de cada mês.
O mesmo calendário vale para quem optar por pagar sem desconto, em fevereiro.
Parcelamento
O IPVA 2026 poderá ser parcelado em até cinco vezes, de janeiro a maio, desde que o valor total do imposto seja igual ou superior a 6 UFESPs e que cada parcela tenha pelo menos 2 UFESPs.
O valor de uma UFESP (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo) em 2025 é de R$ 37,02. Este valor é utilizado para a atualização de tributos, taxas judiciárias e contratos no estado de São Paulo. O preço para 2026 ainda não foi definido.
Com base nos valores em vigor, o valor mínimo do total do imposto para o pagamento parcelado é de R$ 222,12 e cada parcela precisa ser de no mínimo R$ 74,04.
5 parcelas – débitos iguais ou superiores a R$ 370,20
4 parcelas – entre R$ 296,16 e R$ 370,20
3 parcelas – entre R$ 222,12 e R$ 296,16
As parcelas vencem nas mesmas datas previstas para o pagamento da cota única de janeiro, de acordo com o final da placa.
Regras para caminhões
Os veículos de carga, categoria caminhão, têm um calendário especial:
Pagamento sem desconto pode ser feito até 22 de abril;
O parcelamento também segue o limite de até cinco parcelas, mas com datas fixas no dia 20 dos meses previstos, independentemente do final da placa.
Parcelas para caminhões:
5 parcelas: março, maio, julho, agosto e setembro (débitos iguais ou menores a R$ 370,20)
4 parcelas: março, maio, julho, agosto (entre R$ 296,16 e R$ 370,20)
3 parcelas: março, maio, julho (entre R$ 222,12 e R$ 296,16)
Antecipação do licenciamento
Quem utiliza o Sistema de Licenciamento Eletrônico, do Detran e da Secretaria da Fazenda, e estiver regular com o licenciamento de 2025, poderá antecipar o licenciamento de 2026 pagando o IPVA dentro de uma destas opções:
Cota única com desconto até 23 de janeiro;
Cota única sem desconto até 23 de fevereiro;
Até 23 do mês de vencimento da parcela, no caso de pagamento parcelado.
O parcelamento é cancelado se qualquer parcela, depois da primeira, não for paga no prazo. O saldo devedor será recalculado com juros e multa, e o contribuinte precisará quitar o total para regularizar o IPVA.

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Maverick Hybrid: Ford anuncia novo modelo de picape híbrida em evento no centro de testes no interior de SP

13/11/2025 • G1 Carros

Ford anuncia novo modelo de picape híbrida em centro de testes no interior de SP
A Ford anunciou, na manhã desta quinta-feira (13), o modelo híbrido da Maverick, picape intermediária da marca. A versão foi apresentada durante a reinauguração do centro de testes da montadora, localizado em Tatuí, no interior de São Paulo.
O novo veículo é considerado uma alternativa elétrica ao modelo atual e terá um motor com autonomia de até 800 km. Com preço inicial de R$ 239.900, considerado o mais barato para uma picape híbrida no país, a nova Maverick Hybrid estará disponível para venda a partir desta quinta-feira (13).
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Maverick Hybrid é a picape híbrida mais barata do mercado
Diogo Del Cistia/g1
Como diferencial, além do motor elétrico, o veículo contará com mudanças no design em comparação a linha à venda. O novo modelo terá teto solar elétrico e itens de segurança, como controle automático de descidas e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro. Confira a lista completa:
Rodas de 19";
Capota marítima;
Teto solar elétrico;
Painel de instrumentos de 8";
Central multimídia de 13,2"
Som premium;
Câmeras 360°;
Assistente de reboque;
Tração AWD;
Piloto automático adaptativo;
Assistente de manutenção e centralização em faixa;
Controle automático de descidas;
Sensores de estacionamento;
Monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado.
Pista de testes da Ford, em Tatuí (SP)
Diogo Del Cistia/g1
Com relação às mudanças estéticas, a Maverick Hybrid terá um novo para-choque dianteiro, acompanhado de faróis de LED reformulados, grade dianteira com fechamento ativo, detalhes cromados e uma caçamba de 942 litros. As opções de cores seguem as mesmas dos modelos anteriores, disponíveis em vermelho, verde, azul, preto, cinza e branco.
O g1 esteve na pista de testes da Ford para conhecer o novo modelo. O veículo também conta com o equipamento Pro Trailer, que muda o controle do volante para um joystick circular em casos de reboque. Assista acima.
Mudanças no motor
A nova Maverick, além da opção híbrida, contará com diferenças no motor para o modelo do próximo ano. O equipamento, conta com 140 quilowatts de potência e um torque 35% maior em comparação aos modelos anteriores.
Já no motor à gasolina, a potência máxima é de 162cv combinada com um torque de 210nm, resultando em 192cv combinados e utilizáveis para o motorista. A tração conta com uma bateria de íons de lítio, visando otimizar o desempenho e a durabilidade.
Interior da Ford Maverick Hybrid
Diogo Del Cistia/g1
Segundo informações divulgadas pela Ford, o carro possui, no motor à gasolina, consumo de 15,4km/L durante trajetos em rodovias e 13,4km/L na cidade. Já o motor elétrico possui um mecanismo de acompanhamento em tempo real, indicando a melhor forma de uso e recargas quando necessário.
A picape, que, ainda segundo a montadora, traz o conforto e a dirigibilidade de um SUV, terá uma manutenção feita por um sistema inteligente, monitorado por meio da usabilidade do óleo. Em média, as trocas deverão ser feitas a cada 16 mil quilômetros rodados.
Nova Ranger e investimentos em Tatuí
Ainda no mesmo evento, o diretor de programações veiculares da Ford na América do Sul, André Oliveira, anunciou um novo modelo híbrido da Ranger, picape média da montadora.
O diretor explicou que foi feito um investimento de 170 milhões de dólares para a produção do veículo no Brasil. O motor, que ainda não teve nome divulgado, será desenvolvido no Centro de Tecnologia de Tatuí e exportado para todo o país.
Entre as novidades divulgadas, está o novo motor flex para a Ranger Híbrida Plug-in. O veículo começará a ser produzido em 2026, com início das vendas previsto somente para 2027.
Modelo atual da Ranger, que terá versão híbrida em 2027
Diogo Del Cistia/g1
A opção elétrica é a primeira do modelo no país e faz parte de um novo ciclo de investimentos para o centro de tecnologia na cidade. Entre eles, está a instalação de um centro de engenharia, que ficará junto à pista de testes da montadora.
No local, os engenheiros poderão processar, analisar e compartilhar dados em tempo real com outros centros da Ford, para implementar ajustes de sistemas de forma mais rápida e eficiente.
"Nós queremos mostrar Tatuí para o mundo. Muitas pessoas que moram na cidade sequer sabem que existe algo relacionado à Ford aqui, e ela possui uma importância gigantesca tanto para a marca como para a exportação automobilística em um geral. O nosso investimento a longo prazo trará mudanças positivas para toda a região", destaca.
Centro de tecnologia da Ford, em Tatuí (SP)
Diogo Del Cistia/g1
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